No rastro do fogo #3: cerrado, clima e COP 30
Ouça o penúltimo episódio da série “No rastro do fogo”, em que discutimos a invisibilidade do Cerrado na agenda climática, tendo em vista a realização da COP 30 em Belém, em 2025

Ouça o penúltimo episódio da série “No rastro do fogo”, em que discutimos a invisibilidade do Cerrado na agenda climática, tendo em vista a realização da COP 30 em Belém, em 2025
Está no ar o segundo episódio da série “No rastro do fogo: agronegócio e a destruição do Cerrado”, uma parceria do Guilhotina com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese), e a articulação Agro é Fogo
Está no ar a estreia da série “No rastro do fogo: agronegócio e a destruição do Cerrado”, uma parceria do Guilhotina com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese), e a articulação Agro é Fogo
Há uma enorme pressão externa, na forma de demanda, para continuarmos um fazendão, e o agronegócio e a mineração como importantes atores políticos internos que pretendem reforçar esse modelo de relação
Com o avanço de portos no Tapajós e da Ferrogrão, indígenas e povos tradicionais do Pará colhem impactos do agronegócio
O questionamento do nosso sistema alimentar e a necessidade de reduzir o consumo de alimentos de origem animal é um assunto cada dia mais presente
A força da captura corporativa das águas é tão grande em nosso país que, mesmo quando explode um cenário drástico, os setores do agronegócio, da mineração e da infraestrutura energética e de logística a eles associada nem sequer são constrangidos na esfera pública a se responsabilizarem pelo papel que cumprem na captura, privatização, contaminação e devastação dos recursos
Segunda parte do artigo sobre economia agrária contemporânea do Brasil tendo em vista o processo mais geral de condicionamento do sistema econômico como um todo pelas tendências de reprimarização da economia
Este artigo, dividido em duas partes, aborda a economia agrária contemporânea do Brasil tendo em vista o processo mais geral de condicionamento do sistema econômico como um todo pelas tendências de reprimarização da economia, fortemente observáveis em seu comércio exterior. Esse processo afeta também a indústria, que tende a declinar de peso econômico ou a se limitar a funções coadjuvantes da chamada “economia do agronegócio”
Dados do Centro de Documentação Dom Tomás Balduíno, da Comissão Pastoral da Terra, mostram a relação das queimadas criminosas e os conflitos no campo, explicitada no governo Bolsonaro
A bancada ruralista parece continuar presa a uma opção pela violência para tratar de profundas chagas sociais e ambientais. As CPIs do MST e das ONGs são uma continuidade desses mesmos personagens que deveriam ter sido responsabilizados pelos crimes que cometeram e, ao mesmo tempo, servem como uma tentativa de desviar o foco e apagar vestígios desses delitos
A multiplicação das estiagens exacerba a competição em torno dos recursos hídricos, frequentemente desperdiçados por algumas atividades econômicas. A indústria de semicondutores se mostra muito voraz (ver na pág. 24), enquanto as grandes represas simbolizam a corrida desenfreada da agricultura intensiva