Uma política das águas para o século 21 passa pela reestatização
Graças à narrativa neoliberal, naturalizaram-se concepções estritamente econômicas sobre o meio ambiente e os recursos naturais essenciais. Com a água não foi diferente

Graças à narrativa neoliberal, naturalizaram-se concepções estritamente econômicas sobre o meio ambiente e os recursos naturais essenciais. Com a água não foi diferente
Presidente da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), Paulo Barroso, afirma que liberação pode viabilizar a expansão do plantio de trigo no Cerrado, região que possui mais da metade de sua vegetação nativa desmatada
É inimaginável o futuro do país sem o agronegócio. Mas é evidente que a imagem de futuro do Brasil não pode ser reduzida à envelhecida metáfora de celeiro do mundo. É hora de fazer o que gerações anteriores fizeram em diferentes momentos do século XX: pactuar uma nova agenda, pensando não a curto prazo, mas nas próximas décadas
Uma avaliação do alcance da agenda da Bancada Ruralista no Congresso durante o governo Bolsonaro
No Brasil das últimas décadas, erigimos um altar profano para o agro, no qual são imolados a natureza e os trabalhadores em nome de uma religião abstrata do dinheiro, insensível ao sofrimento e à destruição, mesmo diante da morte e devastação em escalas industriais
Agenda Jurídico-Política da Campanha Nacional em Defesa do Cerrado apresenta recomendações para redução e prevenção de impactos causados por agrotóxicos
Os acontecimentos nefastos aos bens da natureza e a vida humana inerente ao agronegócio se assemelham aos sortilégios que o feiticeiro invocara e que foi incapaz de dominar. A natureza encontra-se sob forte tensão de degradação, contaminação e supressão subsequentes das atividades antrópicas agrícolas
É preciso atentar para a necessidade de nova regulação do sistema econômico no contexto dos problemas ora levantados, principalmente do seu carro-chefe – a economia do agronegócio –, cujos resultados exclusivos perseguidos na linha do resultado exportador em commodities não se confundem com as necessidades reais do país. Confira capítulo do livro Direitos Humanos no Brasil 2022, lançado no dia 6 de dezembro pela Rede Social de Justiça e Direitos Humanos
A retomada do ambiente democrático ilumina os caminhos do país e as organizações do campo agroecológico estão mobilizadas para contribuir para a reconstrução do Estado
Com o fim da Segunda Guerra Mundial, na Alemanha nazista existia uma grande corporação chamada IG Farben (a quarta maior do mundo na época), desmembrada nas atuais Agfa, BASF, Hoeschst e Bayer, sendo as três últimas lideranças na produção de agrotóxicos
O compilado de relatórios abaixo relacionados visa expor as fraturas do agronegócio em curso no campo, demonstrando como a exploração, o uso e o direito à terra seguem sendo um dos problemas fundamentais a serem enfrentados no Brasil
Os alimentos produzidos pelos quintais produtivos são para o consumo da comunidade. Hoje, já se colhe cenoura, tomate, batata doce, quiabo, alface, couve etc. Os produtos são divididos de maneira solidária, aqueles que precisam pegam e pronto. Leia o quarto artigo do especial “O agro não produz comida, produz fome”