Não tenham medo da “quebra de patentes”!
Por que ainda temos medo de utilizar um instrumento jurídico que foi criado justamente para permitir que o interesse público prevaleça quando a exclusividade patentária impede o acesso?

Por que ainda temos medo de utilizar um instrumento jurídico que foi criado justamente para permitir que o interesse público prevaleça quando a exclusividade patentária impede o acesso?
Por que sociedades capazes de revolucionar o conhecimento da natureza demoraram tanto a questionar as convenções que mantinham as mulheres afastadas de suas principais instituições?
A ciência moderna seria um instrumento essencialmente colonial? Casos concretos de mulheres de diferentes partes do mundo mostram como a ciência e a razão modernas também foram historicamente apropriadas como ferramentas de emancipação
O avanço biomédico, muitas vezes cultuado como o farol da civilidade, esconde em seus porões atrocidades justificadas por uma lógica puramente técnica, gélida e desprovida de empatia
A sub-representação decisória se desdobra na invisibilização de patentes e inovações tecnológicas de autoria feminina, as quais enfrentam maior ceticismo por parte do mercado de capitais e de incubadoras regionais
Como uma “cooperação científica” pode neutralizar o significado de uma reivindicação legítima
O problema da desigualdade racial na ciência não decorre da ausência de soluções, mas da ausência de decisão política
Ao restringir o tema da diversidade na ciência a um ministério específico, o Estado transforma um dever constitucional transversal em uma agenda setorial e periférica
Inspirado no “Efeito Mateus”, artigo analisa como vantagens acumuladas estruturam desigualdades raciais no sistema científico brasileiro
Ao longo de sua trajetória, Ilca Barcellos construiu uma obra que desafia a fronteira tradicional entre laboratório e ateliê, transformando procedimentos, vocabulários e imaginários da biologia em matéria plástica e poética
Antes falar sobre o grupo controle, é fundamental entender como funciona um estudo clínico clássico
Os números, consolidados por diferentes métodos de pesquisa, evidenciam a persistência de violações sexuais enraizadas em desigualdades estruturais, apontando a urgência de medidas de proteção à infância e à adolescência