Um pulso democrático para o mundo
Lula transformou a 80ª Assembleia Geral da ONU em espaço de acusação e de apelo ético em discurso que versou sobre genocídio, fome e pobreza

Lula transformou a 80ª Assembleia Geral da ONU em espaço de acusação e de apelo ético em discurso que versou sobre genocídio, fome e pobreza
Após quase 80 anos da existência do Estado de Israel, o fim da linha para os palestinos parece mais próximo do que nunca, enquanto a “comunidade” internacional revela seu vazio moral
A Terra Global pela Dignidade é a luta pelo direito à vida, pela proteção da infância, pelo resgate dos pactos do pós-guerra
Israel quer que nos habituemos tanto à escuridão e ao submundo que percamos a capacidade de ver o que está diante de nós
Todos unir-vos pelo fim do massacre em Gaza e pela criação de um corredor humanitário seguro
O que isso significa para nós que continuamos aqui, suspensos entre a sobrevivência e o testemunho, com nossos corações atravessados repetidas vezes pela mesma lança?
Alma da minha alma.” O mundo ouviu essas quatro palavras e, nelas, um abismo — e um chamado. A história de Khaled e Reem tornou-se símbolo da humanidade inquebrantável de um povo que insiste em amar, resistir e sobreviver
Qual é o impacto psíquico de viver sob a constante sensação de opressão, com a impressão de que a humanidade chegou a um beco sem saída? Como isso repercute em nossa vida íntima, nos nossos sentimentos mais profundos?
Há quase dois anos, diversas obras dão conta do que em geral se chama, equivocadamente, de “conflito Israel-Palestina”. Algumas restituem sua dimensão colonial e iluminam os entraves do atual alastramento de violência no Oriente Médio. Outras apontam ainda a cumplicidade do Ocidente na guerra em Gaza ou esmiúçam a pouco provável “solução de dois Estados”
A eficácia dos equipamentos israelenses empregados para arrasar hospitais em Gaza ou eliminar famílias famintas diante de centros de distribuição alimentar parece deslumbrar os Estados europeus
O programa nuclear iraniano foi idealizado há mais de cinquenta anos e sua origem foi patrocinada pelo governo estadunidense. Tem sido marcado por interrupções e suspeitas de que seu uso extrapolaria fins pacíficos. Nas últimas décadas vem sendo marcado por controvérsias e, mais recentemente, ataques por parte de Israel
Após dois meses e meio de bloqueio total e em violação ao direito internacional, Israel autorizou a entrada, a conta-gotas, de ajuda humanitária em Gaza. Sem nenhuma proporção em relação às necessidades, essa decisão não conseguirá impedir o avanço da fome no enclave. Sob intensa pressão militar, o destino da população oscila entre uma grande hecatombe e a expulsão