Sudão e Gaza: ecos de um mesmo império
O padrão é o mesmo: fragmentar, explorar, dominar – e, por fim, deixar que as populações se destruam enquanto se lucra com os escombros

O padrão é o mesmo: fragmentar, explorar, dominar – e, por fim, deixar que as populações se destruam enquanto se lucra com os escombros
Destacamento de uma força interina sob a égide dos Estados Unidos, retorno de uma Autoridade Palestina “reformada”, projetos de valorização econômica: o acordo forjado para Gaza pela administração Trump causa uma sensação de déjà-vu. Apresentado pela Casa Branca e seus porta-vozes como um sucesso diplomático excepcional, ele serve antes de tudo aos interesses israelenses e deixa muitas questões em aberto
Aqueles que detêm o poder intencionalmente não contam a história completa, para que, em vez de reconhecer a injustiça, você enxergue apenas a versão do opressor
Além de assassinar diretamente a população, Israel intencionalmente tornou Gaza inabitável para o povo palestino e, na verdade, para qualquer outro
Lula transformou a 80ª Assembleia Geral da ONU em espaço de acusação e de apelo ético em discurso que versou sobre genocídio, fome e pobreza
Após quase 80 anos da existência do Estado de Israel, o fim da linha para os palestinos parece mais próximo do que nunca, enquanto a “comunidade” internacional revela seu vazio moral
A Terra Global pela Dignidade é a luta pelo direito à vida, pela proteção da infância, pelo resgate dos pactos do pós-guerra
Israel quer que nos habituemos tanto à escuridão e ao submundo que percamos a capacidade de ver o que está diante de nós
Todos unir-vos pelo fim do massacre em Gaza e pela criação de um corredor humanitário seguro
O que isso significa para nós que continuamos aqui, suspensos entre a sobrevivência e o testemunho, com nossos corações atravessados repetidas vezes pela mesma lança?
Alma da minha alma.” O mundo ouviu essas quatro palavras e, nelas, um abismo — e um chamado. A história de Khaled e Reem tornou-se símbolo da humanidade inquebrantável de um povo que insiste em amar, resistir e sobreviver
Qual é o impacto psíquico de viver sob a constante sensação de opressão, com a impressão de que a humanidade chegou a um beco sem saída? Como isso repercute em nossa vida íntima, nos nossos sentimentos mais profundos?