E o vencedor é… Benjamin Netanyahu!
Destacamento de uma força interina sob a égide dos Estados Unidos, retorno de uma Autoridade Palestina “reformada”, projetos de valorização econômica: o acordo forjado para Gaza pela administração Trump causa uma sensação de déjà-vu. Apresentado pela Casa Branca e seus porta-vozes como um sucesso diplomático excepcional, ele serve antes de tudo aos interesses israelenses e deixa muitas questões em aberto

