Cláudia Jordão fala sobre o livro ‘Elas, mulheres’, que investiga as diversas formas de violência contra a mulher
O livro encerra a tetralogia iniciada com Mulheres que me habitam, Eu Tu Elas e Elas, meninas

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A escritora e psicanalista transforma a migração brasileira para Portugal em um romance sobre racismo estrutural, ressentimento e inversão de posições de poder
Confira resenha do livro de Aluísio Martins, A verdade é um corpo sem alma, lançado neste ano pela editora TAUP
Abordando o luto paterno, Ana Raja constrói romance a partir da divisão de cinco irmãs por dois casamentos do patriarca e os traumas gerados por suas decisões
Se você não tem paz interior então você vem aqui pra capital marca a estreia do autor nas narrativas curtas
O leitor em formação é transformado em um mero processador de dados a serviço de painéis de controle, submetido a metas produtivistas que desvirtuam a natureza da arte
Uma visão panorâmica de Desmentir, de Antonio Carlos Secchin
Confira a resenha dos livros Livre associação, de Ivan Hegen; A velha mentira, de Wilfred Owen e Fragmentos de um céu submerso, de Adriano Versiani
Confira prefácio inédito escrito pelo professor Evanildo Bechara, falecido em 2025, para o novo livro de Marcelo Moraes Caetano, Língua portuguesa: geo-história filológica do latim ao presente. A obra será lançada nesta quinta (28 de maio), às 17h30, na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro
Confira a seguir nota inédita do autor à edição brasileira do livro Não volte: um jornalista entre os deportados mexicanos em Tijuana, que será lançada sábado, dia 23, em São Paulo. A obra do jornalista argentino-mexicano Leonardo Tarifeño acompanha o cotidiano de pessoas deportadas dos Estados Unidos que vivem em suspensão na cidade de Tijuana, separadas de suas famílias e privadas de direitos. A partir da convivência direta e da escuta dos personagens, ele constrói uma crônica jornalística que articula relatos de vida com dados, leis, episódios históricos e casos de abuso de poder, evidenciando como políticas migratórias se traduzem em violência cotidiana
Em Candura, publicado pela Toma Aí Um Poema, a autora, de 23 anos, revisita seis anos de escrita para construir uma obra visceral sobre estupro, trauma psíquico e reconstrução do corpo como território de resistência