“Escrever aos 40+ é um ato político”, afirma Ana Paula Couto, em entrevista exclusiva
Autora fala sobre maturidade, desejo feminino e o protagonismo das mulheres 40+ na literatura

Autora fala sobre maturidade, desejo feminino e o protagonismo das mulheres 40+ na literatura
Em nova edição de “Sustentabilidade no ensino superior”, pesquisadora defende que a universidade forme professores com consciência local e planetária diante das crises contemporâneas
As leituras eruditas de hoje se prendem mais às profundezas atribuídas ao conto do que a seus valores humanistas
Confira a resenha dos livros Sombras, de Luise Weiss, Fabio Brazil, Felipe Valério e Wanda Gomes; Letra empunho, de Gustavo Florêncio Fernandes e Tempo de amar, horas roubadas, de Marcos de Moura Oliveira
Na obra, a escritora e artista nipo-brasileira confronta racismo, gênero e diáspora ao resgatar histórias invisibilizadas e sua trajetória em busca de identidade e pertencimento nos anos 80 e 90
Entre lembranças da adolescência e desafios do presente, o livro traz personagens LGBT+ em busca de autonomia e pertencimento
Autor de Quase agora e do recém-lançado Projeto Futuro, o escritor paulistano articula política, tecnologia e relações humanas em narrativas que vão do conto à ficção juvenil
O livro analisa a Festa de Iemanjá em Fortaleza como uma manifestação que ultrapassa o campo religioso, revelando-se como ato político, performático e estético de resistência afro-brasileira
Dentre os muitos significados que este livro desperta, o de maior impacto é o da superação e da transformação da vida diante da morte, por meio da construção de uma narrativa de reencantamento do mundo. Trata-se de uma obra sociológica na qual a autora evidencia que toda escrita possui uma consciência e uma potência social
Em entrevista ao Le Monde Diplomatique Brasil, o historiador e sociólogo Aaron Benanav fala sobre seu último livro, Automação e o futuro do trabalho. Na obra lançada pela Boitempo em novembro, o professor da Universidade Cornell, Estados Unidos, desfaz mitos sobre o fim do emprego provocado pela tecnologia, identifica as causas estruturais da precarização no mundo do trabalho atual e aponta caminhos para uma sociedade pós-escassez
É inspirando-se na própria vida – a de um andarilho que se tornou escritor de sucesso – que Jack London compôs seu romance Martin Eden (1909). Frequentemente associado à aventura, aos espaços abertos e à vida selvagem, o escritor revela na obra um aguçado senso social. Ele descreve o fenômeno da migração de classe com uma acuidade e uma profundidade que os sociólogos não deveriam desprezar
Neste seu segundo livro, a autora captura a atenção para verdadeiros manifestos de alteridades ao desnudar sofrimentos de seres vulneráveis, carregando materialidades que nos fazem pensar em quais futuros possíveis poderemos legitimamente nos ancorar e habitar, não mais só como vítimas