Símbolo da resistência, livro é esquecido nos programas de governo
O livro, símbolo democrático do último período, não ganhou menção em nenhuma das propostas das quatro candidaturas à Presidência analisadas

O livro, símbolo democrático do último período, não ganhou menção em nenhuma das propostas das quatro candidaturas à Presidência analisadas
Pressionada pelo avanço da Amazon sobre editoras e livrarias, a proposta de taxação de livros pelo governo e o perigo da privatização dos Correios, a indústria do livro no Brasil enfrenta desafios que vão muito além do fechamento de grandes livrarias.
Excluir de parte da população seus direitos em prol de uma suposta política tributária que deveria ser distributiva não é aceitável. Tirar de alguém a possibilidade, já escassa, de ter acesso ao conhecimento ou de exercer sua cidadania cultural é contrário à Constituição
“Sintomas mórbidos: a encruzilhada da esquerda brasileira” e “Economia para poucos: impactos sociais da austeridade e alternativas para o Brasil”
Problemas contemporâneos na discussão hegemônica sobre o ensino de literatura e a formação de leitores literários pela via escolar
Parceria Le Monde Diplomatique Brasil/Editora Veneta dá aos leitores e assinantes 30% de desconto na compra de qualquer livro
Em contraste com a recorrente interpretação que, à luz da categoria de “totalitarismo”, equipara o nazismo e o bolchevismo – e especificamente Hitler e Stálin –, este artigo pretende demonstrar que os líderes do nazismo alemão e da União Soviética tinham posições políticas antagônicas. Hitler parece estar muito mais próximo da política de Winston Churchill. Acima de tudo, este ensaio se concentra no conceito de colonialismo: em seu interior, as diferenças entre Hitler e Stálin tornam-se óbvias. A guerra de Hitler foi uma guerra colonial, de base racial, bastante semelhante à política de conquistas dos Estados Unidos. A União Soviética de Stálin se opôs de forma vigorosa e bem-sucedida a essa guerra. Ou seja: Stálin e Hitler não são irmãos gêmeos, e sim inimigos mortaisDomenico Losurdo
Antes provinciana e isolada, a Noruega do pós-guerra sentiu a necessidade de se desenvolver culturalmente. Hoje, o país tem um sistema singular e abrangente que, itinerante, leva teatro, cinema e arte a todo o seu território. Eficiente, o exemplo norueguês merece mais atenção
No início, o livro mais vendido foi um dicionário de matemática. Hoje, grandes pensadores como Nietzsche, Maquiavel, Platão, Diderot e Sun Tzu estão no topo da lista. Só posso concluir que brasileiro lê, gosta de ler, sabe escolher e é muito exigente. Basta dar acesso
Os trabalhos do historiador britânico Geoffrey Roberts rejeitam a caricatura do dirigente soviético como um ditador tirânico e incompetente. E enfatizam seu papel decisivo na derrota do nazi-fascismo. Bem como seu esforço para assegurar à Rússia devastada pela Segunda Guerra algumas décadas de paz e segurança