As mulheres na Filosofia Moderna
Confira artigo de abertura do especial Família Verde sobre a participação de mulheres, com frequência invisibilizadas, na história da Filosofia

Confira artigo de abertura do especial Família Verde sobre a participação de mulheres, com frequência invisibilizadas, na história da Filosofia
A ampliação do acesso a armas de fogo irá aumentar o número de feminicídios no Brasil, um país que já ostenta a vergonhosa posição de 5ª nação no mundo que mais mata mulheres
A presença nas rotatórias tomadas pelos “coletes amarelos” de uma forte proporção de mulheres chamou a atenção dos observadores. Essas trabalhadoras fazem girar as engrenagens dos serviços essenciais: saúde e educação. Para além do levante deste outono, elas representam o poder ignorado dos movimentos sociais
Com os “coletes amarelos”, um poder seguro de si e querendo servir de modelo para a Europa teve de ceder diante da revolta de grupos sociais até então pouco mobilizados coletivamente. Em um mês, transportes, cobrança de impostos, meio ambiente, educação e democracia representativa foram colocados em questão (ler abaixo). Agora, após reunir os sem-voz, os “coletes amarelos” hesitam sobre a maneira de se organizar ou de convergir com outras revoltas (pág. 6). A forte presença feminina testemunha uma reviravolta sociológica cujas lições ainda estão por serem tiradas (pág. 9). Tudo concorrendo para engordar a carga que a arrogância do presidente Emmanuel Macron detonou (pág. 7)
Alas conservadoras definitivamente não entenderam o fenômeno #EleNão, um movimento que não diz respeito apenas a Bolsonaro: ele é só um indivíduo; #EleNão foi uma resposta ao movimento autoritário representado pelo presidente eleito
A Europa do Renascimento executou como “bruxas” dezenas de milhares de mulheres. Pelo desafio, as feministas dos anos 1970 reivindicaram essa identidade, por vezes somando a essa decisão política uma prática espiritual ligada ao mundo natural. Hoje, enquanto a relação da humanidade com seu meio é caótica, as bruxas assombram novamente o Ocidente
Como podemos interpretar os comportamentos de assédio nas universidades? Essas condutas estão legitimadas por uma cultura sexista ainda bastante presente em nossa sociedade ao presumir que a sexualidade das mulheres está à disposição dos homens
Empenhada na guerra no Iêmen e querendo empurrar para o Irã a carapuça de obscurantista, a Arábia Saudita redobra os esforços para melhorar as condições das mulheres do reino. Entretanto, as reformas propostas ou realizadas são lentas, frágeis e respondem apenas parcialmente às expectativas de mudanças
A existência do Plano Nacional de Ação sobre Mulheres, Paz e Segurança e o seu aprimoramento estão ameaçados no Brasil em um contexto de restrições orçamentárias, desmembramento e fechamento de órgãos políticos e de acirradas tensões partidárias. Cresce no país a sensação de intolerância a opiniões políticas diversas e a polarização em torno de normativas internacionais consagradas, como igualdade de gênero e proteção dos direitos humanos, ora contestadas como doutrinação ideológica
A força numérica e simbólica dos protestos fez lembrar as grandes mobilizações de 2013 e 2015/2016. Mas, neste 15 de março o que estava em jogo era algo de natureza completamente distinta. Essa foi a primeira vez que a Nação reivindicou de forma massiva um corpo negro
Viajemos dos Estados Unidos imaginados por Margaret Atwood em The Handmade’s Tale para o Brasil, ano 2018. No dia 16 de fevereiro, logo após o carnaval, o governo federal anunciava uma intervenção federal no Rio de Janeiro. Desde então, as notícias sobre as ações no Rio de Janeiro são cada vez mais “distópicas”
A exclusão das mulheres é incontornável para compreender os limites da nossa democracia. Foi nesse contexto de exclusão que as mulheres atuaram na história recente do Brasil. Sem a análise dessa atuação, corremos o risco de não compreender alguns dos embates agudos na política brasileira hoje e indagar: “De onde surgiram essas mulheres?”