O ciclo democrático que a esquerda construiu e cuja memória foi apagada
A transformação urbana real depende da retomada da mobilização social e da disputa direta pelo controle do orçamento e do território

A transformação urbana real depende da retomada da mobilização social e da disputa direta pelo controle do orçamento e do território
Adversários na eleição, tanto Tarcísio quanto Haddad se apoiam em criminalização de liderança comunitária para campanha
Nenhuma mulher deveria precisar transformar a ausência de direitos e de políticas de cuidado em uma demonstração permanente de resiliência
O DNA cultural de uma sociedade livre e pluralista é regido pelas vidas que habitam nosso planeta, criadas para viver em harmonia com a natureza
A retomada da Frente Parlamentar em Defesa da Economia Informal recoloca no centro do debate a urgência de garantir direitos e proteção social a milhões de trabalhadores ainda excluídos da formalização
A repressão a usuários de drogas e o avanço da especulação demonstram um padrão recorrente: a criminalização da pobreza serve de álibi para liberar terrenos e revitalizar áreas inteiras sob comando de interesses privados
Favelas e periferias devem ser inseridas no processo de construção e realização dessas conferências que ocorrem no Brasil em 2024 e 2025
Justamente por conta desse ideal de democratização e da valorização da oralidade, o movimento Slam encontra nas periferias do Brasil um terreno fértil para se desenvolver.
O fazer literário não se restringe às letras impressas em livros. Disputar o conceito ampliado de literatura marginal e periférica e delimitar seu gradiente epistemológico, sua razão teórica, sua partilha sensível e seu fazer participativo é acionar o reconhecimento a um direito político à literatura.
O desaparecimento dos meninos não é acontecimento aleatório ou episódico, mas inscrito em um conjunto de políticas voltadas para uma direção bastante específica: a de consentir a morte pela vulnerabilização da vida.
Primeiro artigo da série especial “Periferias de São Paulo: cotidianos, conflitos e potências” traz uma discussão sobre as trajetórias das pessoas que vivem nesses territórios e também sobre a atuação política a partir dessa categoria. Este especial é uma parceria entre Le Monde Diplomatique Brasil e Fundação Tide Setubal
Aprendemos a escrever, aprendemos a ler, aprendemos sobre nossa ancestralidade e nossa capacidade de produzir mundos diferentes daquele que encontramos ao chegar aqui. Em saraus espalhados pelas periferias, nós nos alfabetizamos de fato quando não tínhamos dinheiro nem sequer para um busão até o centro da cidade.