A população negra não pode seguir invisível na diplomacia climática
A omissão institucional reforça desigualdades históricas e compromete a efetividade das respostas à crise climática e à desigualdade social

A omissão institucional reforça desigualdades históricas e compromete a efetividade das respostas à crise climática e à desigualdade social
A prisão de Poze é apenas mais uma entre tantas ações em que o aparato estatal se comporta menos como protetor da ordem e mais como um agente de humilhação
O branco francês é o modelo, o centro, o núcleo, se não acontece com ele, se ele não ver, ouvir ou interpretar como um ato de racismo, o racismo não existe. Mas como entender tratar-se de racismo quando não se pode usar a palavra?
Apesar do Brasil ser um país laico e de nossa Constituição garantir a liberdade de crença, o livre exercício dos cultos religiosos e a proteção desses locais, o país registra cerca de três denúncias de intolerância religiosa por dia, frequentemente associadas ao racismo religioso contra as religiões de matriz africana
Mesmo com um leve aumento percentual, a diferença orçamentária entre os grupos continua expressiva
Da FIFA à Lula, passando por diversos clubes, foram feitas as notas de praxe
A verdadeira sustentabilidade só será possível quando todas as pessoas tiverem as mesmas condições de viver com dignidade em um planeta saudável
No texto crítico, Fabiane Albuquerque, a partir de pesquisas, observa a insistência da população branca em afirmar que tudo virou pauta social.
Embora não seja frequentemente dito, parte dos elementos caracterizadores dos movimentos negro e decolonial nasceram no Haiti a partir do pensamento e da ação de Jacques Romain, o que pode ser observado na obra de Frantz Fanon. Mas quem foi Romain e qual sua contribuição para os ideais libertários da América Latina?
Um olhar crítico – e solidário – sobre a análise de Fabiane Albuquerque ao filme “Ainda Estou Aqui”
O filme é um olhar sobre uma realidade específica durante a ditadura, não sendo da maioria de brasileiros, que ainda sofrem uma repressão violenta na periferia
Estudo aponta que, no Rio de Janeiro, a população negra é a mais afetada pela interrupção frequente no abastecimento de água tratada. O nome disso é racismo ambiental