Na contramão mundial, Brasil insiste em desvalorizar manufatura
A baixa competitividade no cenário internacional, a perda de complexidade e a desindustrialização acarretam no aumento da vulnerabilidade e dependência de fornecedores estrangeiros

A baixa competitividade no cenário internacional, a perda de complexidade e a desindustrialização acarretam no aumento da vulnerabilidade e dependência de fornecedores estrangeiros
O comportamento do presidente Jair Bolsonaro e seus seguidores assemelha-se ao que observamos na Teoria da Securitização, desenvolvida pela Escola de Copenhagen, em que temas que não deveriam constar na pauta de segurança nacional são incluídos deliberadamente com fins escusos
O governo brasileiro vem desmontando as poucas políticas públicas existentes de combate à violência de gênero, à LGBTfobia, ao racismo e a outras formas de preconceito contra grupos que não se enquadrem no padrão dominante
No Dia Internacional dos Direitos Humanos, Marina Silva nos relembra os marcos e retrocessos da política ambiental no Brasil e faz um panorama da COP26. A ex-ministra do Meio Ambiente destaca três fatores-chave que ameaçam à democracia e à segurança climática do Brasil: a constante protelação de responsabilidades, o atual modelo de desenvolvimento e o mandato do presidente Jair Bolsonaro
A tragédia se torna ainda mais dramática graças aos desastres do atual governo, o que era esperado, mas não na dimensão que tomou quando combinado com a pandemia
O colonialismo aqui iniciou em 1500 com a invasão portuguesa e, como Estado e como nação, seguimos desqualificando as questões estruturais responsáveis pela fome e o sofrimento social do povo
“Eu acho que o que caracteriza minha trajetória é o ativismo”. Assim Jurema Werneck se apresentou quando questionada como gostaria de ser identificada neste artigo. A entrevista, prevista para durar até 40 minutos, ganhou ares de conversa e se estendeu por quase uma hora e meia, via plataforma online. Durante este tempo, falamos sobre um amplo conjunto de temas, passando pela agenda de direitos humanos no Brasil e caminhos para a superação de alguns – e não poucos – desafios para a sua implementação: “A gente tem que voltar aos tempos radicais”.
O que a pandemia ensinou e como podemos nos preparar para os próximos anos?
Aquilo que muitos entendem como ‘natural’ na língua pode ser uma convenção, como no caso do masculino genérico. Leia artigo de Jana Viscardi sobre como a língua também figura como um espaço de disputa de poder
Resenha do livro Terror e democracia nos tempos de Stálin: a dinâmica social da repressão, de Wendy Z. Goldman
Na rede pública, mais da metade dos estudantes (53,5%) utiliza apenas celular para as aulas, enquanto na rede privada são 16%. Outro dado importante é que 50,2% de estudantes da rede privada possuem em casa até três equipamentos (computador, celular e impressora), contra apenas 11,6% da rede pública
No Brasil, ao lado de uma biopolítica neoliberal que faz viver e deixa morrer, estamos diante de uma necropolítica que faz morrer e deixa morrer, a qual se desenvolve por meio de diferentes práticas e dispositivos que contam com apoio de várias camadas da população