O labirinto do WhatsApp
Mais do que uma simples ferramenta, o WhatsApp tornou-se parte da arquitetura emocional que estrutura a vida pública brasileira

Mais do que uma simples ferramenta, o WhatsApp tornou-se parte da arquitetura emocional que estrutura a vida pública brasileira
Ao contrário de um evento encerrado no passado, o rompimento da barragem de Fundão, que completa uma década neste 5 de novembro de 2025, prolonga-se ao longo dos anos e ainda opera sobre distintos ambientes e contextos socioculturais
A legitimação do massacre a partir da economia política, sua relação com as políticas de “segurança pública” apregoadas pela extrema-direita e o medo do crime sentido pela população
O governador Cláudio Castro (PL) vive o momento de maior visibilidade de todo o seu mandato. Após a megaoperação no Complexo da Penha e do Alemão, que resultou oficialmente em 121 mortos, ele não apenas galvanizou o apoio de setores conservadores, como também obteve um respaldo expressivo da opinião pública, inclusive entre parte da população das comunidades afetadas
Enquanto as gerações passadas desfrutaram de períodos relativamente longos para absorver, refletir e se adaptar às mudanças, a nossa enfrenta um fluxo constante e avassalador de inovações e transformações que exigem ajustes rápidos
Propostas legislativas em várias cidades do país utilizam conceitos sem respaldo científico para reforçar o estigma e restringir o acesso ao aborto legal
É imprescindível adotar uma abordagem crítica, capaz de superar dicotomias simplificadoras e reconhecer a complexidade dos processos históricos e sociais contemporâneos
O protesto pela paz no Rio não se resume a essa única operação; é um grito contra décadas de policiamento militarizado, violência racial e negligência estrutural
Datacenters, inteligência artificial e a urgência em desenvolver autonomia tecnológica desde o Sul Global
Arquiteto Alejandro Luiz Pereira da Silva, criador do Instituto do Bambu, analisa o potencial da planta no enfrentamento das mudanças climáticas
Não podemos aceitar nenhuma dessas mortes. Só matam mais de cem porque diariamente matam vários “uns” e nenhuma transformação concreta acontece
A revolução religiosa continua, agora com novos pregadores, novos templos e novas controvérsias