Diplô Online
Embarcações da Flotilha são capturadas e interceptadas pela Marinha Sionista de Israel
É urgente a imposição da lei internacional
Uma necessidade de saúde pública com impacto econômico muito positivo para o Brasil
O imposto sobre bebidas açucaradas é uma ferramenta econômica comprovada para enfrentar uma crise de saúde pública com profundas ramificações econômicas
As prisões são espaços de continuidade da ordem colonial
Confira o prefácio inédito do livro Ensaios abolicionistas: práticas de justiças a partir de territórios, organizado pelo coletivo Sobre Justiças e que será lançado em 11 de outubro pela editora Igrá Kniga e pelo PSSP estúdio, em evento aberto ao público na Casa do Povo, em São Paulo
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Ao lado de todas elas
Uma crônica que reflete sobre a caça de onças e suas conexões com a literatura nacional, especialmente de Guimarães Rosa
A fritura anônima dos trópicos
As altas temperaturas afetam a agricultura, comprometem o desenvolvimento dos cereais, queimam plantas, causam sofrimento aos animais e influenciam negativamente o humor da sociedade devido à perda de sono. Proteger as florestas deve ser a missão ecológica do Brasil, país que abriga as maiores massas de vegetação tropical e a maior biodiversidade do planeta
Leitura como direito: dois aniversários, um chamado à ação
A mensagem é clara: não basta alfabetizar tecnicamente, é preciso formar leitores capazes de interpretar, imaginar e transformar. E, sem isso, não há democracia cognitiva nem desenvolvimento sustentável
Inovação em tempos de crise e reformulação mundial
No atual cenário internacional, a respeito do qual tanto se fala, e pouco se inova, o BRICS PLUS pode ser algo ainda não experimentado – e como podem contribuir Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, mais Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã, com mais dez associados: Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Cuba, Nigéria, Malásia, Tailândia, Vietnã, Uganda e Uzbequistão?
Roteiro de viagem
— Essa, não.
— Não quer visitar a Torre Eiffel?
— Quero não.
— Mas todo mundo que vai a Paris visita.
— Pois eu vou ser o primeiro a não ir.Daniel Cariello
Humildade, dignidade e proceder
Agenda da Periferia completa um ano de publicação. Como diria Sergio Vaz, não praticamos jornalismo — “jogamos futebol de várzea no papel”. Fazê-la é exercício de persistência, crença e doação. O maior sinal de êxito é o respeito que o projeto adquriu no movimento cultural das quebradasEleilson Leite
Palavra 30
Na rua, outra rua
De manhã, domingo, o tapete cristalino sobre o chão denuncia a madrugada em que a rua, tão desimportante, pertenceu a pessoas que costumam só ter com ela uma relação de passagem ou compromisso. O bar, portas fechadas, recobriu-se de seu aspecto simplório, por trás da bandeira puída
Aqui
Clea
Histórias novas, e algumas reinterpretadas, vêm outra vez salvar o romance do pecado da falta de originalidade, tendo em vista a existência de seus antecessores. Passei por quase todas elas com o desdém de um connaisseur enfastiado
Aqui
A casa no morro – Parte 4
Iuri talvez se aborrecesse com minha afirmação. Ele preferia chegar
pelas bordas. Senti que me lançava um de seus olhares de censura, mas eu
estava prestando atenção na reação de Jônatas. O homem não se moveu. Não
havia como ficar mais branco. Porque havia desconfiado do que estava por
vir
Aqui
*
Um poema de Pablo Simpson
AquiRodrigo Gurgel
Na rua, outra rua
De manhã, domingo, o tapete cristalino sobre o chão denuncia a madrugada em que a rua, tão desimportante, pertenceu a pessoas que costumam só ter com ela uma relação de passagem ou compromisso. O bar, portas fechadas, recobriu-se de seu aspecto simplório, por trás da bandeira puídaDiego Viana
A casa no morro – Parte 4
Iuri talvez se aborrecesse com minha afirmação. Ele preferia chegar
pelas bordas. Senti que me lançava um de seus olhares de censura, mas eu
estava prestando atenção na reação de Jônatas. O homem não se moveu. Não
havia como ficar mais branco. Porque havia desconfiado do que estava por
virOlivia Maia
Clea
Histórias novas, e algumas reinterpretadas, vêm outra vez salvar o romance do pecado da falta de originalidade, tendo em vista a existência de seus antecessores. Passei por quase todas elas com o desdém de um “connaisseur” enfastiadoLuiz Paulo Faccioli
Carta aos conterrâneos, após a queda de Marina
Cadê a capacidade de indignação, diante de certos erros cometidos pelo governo? Se o próprio presidente reconhece a importância da sociedade civil, por que nos calarmos, diante de fatos que revelam a predominância, no Planalto, de um desenvolvimentismo que despreza a natureza?Marilza de Melo Foucher
Mercenários brasileiros na Legião Estrangeira
Atraídos por salários, a chance de apagar o passado e aventuras, dezenas de brazucas alistam-se, todos os anos, no legendário exército de aluguel francês. Nossa repórter conseguiu deles revelações sobre a condição de soldados de um pátria alheia, em missões cujo sentido desconhecemMaranúbia Barbosa
Em O ano 01, a força de 1968
Produzido no início dos anos 70, com múltiplas referências à estética HQ, filme de Jacques Doillon imagina uma greve geral contra o capitalismo. Contra-sistema, contracultura, contra-cinema. Deliciosa, absurda e irreverente anarquia, indispensável quando o sistema se pretende avassaladorBruno Carmelo
Legionários são heróis na França
Desde 1831, quando o exército mercenário foi criado pelo rei Luís Felipe, mais de 35 mil de seus membros já morreram, em dezenas de batalhas mundo aforaMaranúbia Barbosa
Por uma nova resistência palestina
No 60º aniversário de Israel, Ignácio Ramonet entrevista Mustafá Barghouti, líder da Iniciativa Nacional Palestina. Ele vê o Estado judeu dominado pelo aparato industrial-militar e propõe, contra a ocupação de seu país, uma luta de massas e não-violenta. alternativa à Al Fatah e ao HamásIgnacio Ramonet
Gaúcho pretende seguir carreira
Ex-sargento do exército brasileiro, Luís da Costa, já lutou pelos interesses da França em dois países africanosMaranúbia Barbosa
Calendário de inverno
— No fim das contas, o que importa é que o verão está chegando. Quais são seus planos?
— Eu vou pro Brasil.
— Pro Brasil, pro inverno de lá? E vai fazer o quê?
— Como assim? Usar todos esses casacos que comprei, claro.Daniel Cariello
A revolução cultural dos motoboys
Um evento em São Paulo, um site inusitado e dois filmes ajudam a revelar a vida e cultura destes personagens de nossas metrópoles. Sempre oprimidos, por vezes violentos, eles vivem quase todos na periferia, são a própria metáfora do caos urbano e estão construindo uma cultura peculiarEleilson Leite
Joyce Carol Oates e sua ciranda de meninas más
Dona de uma visão extremamente singular do mundo, a autora demonstra maestria ao tecer enredos que, no melhor estilo do suspense norte-americano, muitas vezes dependem do elemento surpresa, do engenho ao manipular os elementos narrativos para causar sensações e sugestõesMarina Della Valle
Palavra 29
Ficção Científica no Brasil: grandes esperanças
A história está longe de terminar para a FC brasileira. Graças às comunidades de Web, novos autores, que não tinham a menor ligação com o CLFC nem com os autores citados anteriormente, foram surgindo e ocupando um lugar fundamental na literatura do gênero e em suas discussões críticas
Aqui
Joyce Carol Oates e sua ciranda de meninas más
Dona de uma visão extremamente singular do mundo, a autora demonstra maestria ao tecer enredos que, no melhor estilo do suspense norte-americano, muitas vezes dependem do elemento surpresa, do engenho ao manipular os elementos narrativos para causar sensações e sugestões
Aqui
A leitura como exercício da individualidade
Um dos momentos em que mais se pode reconhecer, reconquistar e exercer a individualidade é durante uma lenta leitura. A mim, a literatura vale muito mais, ou melhor, tem seu real valor quando a atenção despretensiosa mas inevitável é o que move a leitura
Aqui
A casa no morro – Parte 3
O cachorro tinha uma mancha de sangue na cabeça e estava próximo a uma porta que devia sair para o lado de fora. O chão me pareceu limpo. Ou sujo o suficiente para que o sangue sequer aparecesse. Inclinei-me por sobre o cachorro e olhei a porta. Dedos na maçaneta
AquiRodrigo Gurgel
Ficção Científica no Brasil: grandes esperanças
A história está longe de terminar para a FC brasileira. Graças às comunidades de Web, novos autores, que não tinham a menor ligação com o CLFC nem com os autores citados anteriormente, foram surgindo e ocupando um lugar fundamental na literatura do gênero e em suas discussões críticasFábio Fernandes
A leitura como exercício da individualidade
Um dos momentos em que mais se pode reconhecer, reconquistar e exercer a individualidade é durante uma lenta leitura. A mim, a literatura vale muito mais, ou melhor, tem seu real valor quando a atenção despretensiosa mas inevitável é o que move a leituraRenata Miloni
A casa no morro – Parte 3
O cachorro tinha uma mancha de sangue na cabeça e estava próximo a uma porta que devia sair para o lado de fora. O chão me pareceu limpo. Ou sujo o suficiente para que o sangue sequer aparecesse. Inclinei-me por sobre o cachorro e olhei a porta. Dedos na maçanetaOlivia Maia

