Diplô Online
A absurda corrida de Trump pelo Nobel da Paz
Considerando a paz sob uma perspectiva multidimensional, como justificar – sem resvalar no delírio ou na alucinação – a pretensão de uma pessoa como Donald Trump ao Prêmio Nobel da Paz?
Um paralelo entre o metanol e a maconha prensada
No último mês ganhou destaque na imprensa brasileira, casos de mortes e pessoas sendo internadas em estado grave após ingerirem bebidas alcoólicas
Turismo com propósito: a Amazônia em suas mãos
Cada iniciativa se torna uma guardiã do território, gerando valor econômico a partir da preservação ambiental e do fortalecimento da identidade cultural
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A fritura anônima dos trópicos
As altas temperaturas afetam a agricultura, comprometem o desenvolvimento dos cereais, queimam plantas, causam sofrimento aos animais e influenciam negativamente o humor da sociedade devido à perda de sono. Proteger as florestas deve ser a missão ecológica do Brasil, país que abriga as maiores massas de vegetação tropical e a maior biodiversidade do planeta
Leitura como direito: dois aniversários, um chamado à ação
A mensagem é clara: não basta alfabetizar tecnicamente, é preciso formar leitores capazes de interpretar, imaginar e transformar. E, sem isso, não há democracia cognitiva nem desenvolvimento sustentável
Inovação em tempos de crise e reformulação mundial
No atual cenário internacional, a respeito do qual tanto se fala, e pouco se inova, o BRICS PLUS pode ser algo ainda não experimentado – e como podem contribuir Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, mais Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã, com mais dez associados: Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Cuba, Nigéria, Malásia, Tailândia, Vietnã, Uganda e Uzbequistão?
A morte de Juliana Marins e a urgência de um sistema nacional de resgate
A defesa da vida humana exige mais do que bravura individual: exige planejamento, investimento e vontade política
Lá na minha terrra
Poderia ter sido na Palestina, mas também em muitos países da África ou da Ásia. Onde as brincadeiras acabaram e as crianças, como os adultos, vivem a guerra. Mas nem o medo, nem a dor, conseguiram matar a esperança. Um conto do escritor John BergerJohn Berger
Labirinto em Israel
A entrada de um extremista no governo de Telavive atiça, no Oriente Médio, as forças mais capazes de desencadear, a partir da região, um conflito de dimensões mundiaisIgnacio Ramonet
Oaxaca resiste
Num estado empobrecido do México, movimentos sociais enfrentam paramilitares e exército e propõem, como alternativa ao governador corrupto, um regime de assembléias popularesAnne Vigna
A África sonha com a “segunda independência”
Quinze anos após o fim da Guerra Fria, mobilizações importantes e criativas, que se articulam em torno dos Fóruns Sociais, sugerem que o continente pode não estar condenado aos golpes de Estado, “democracias FMI”, emigração e misériaAnne-Cécile Robert
Tempo de viver, tempo de morrer
A morte não é contrário da vida, e sim sua a conseqüência. Ao não admitirem este fato, e não legalizarem a eutanásia, os Parlamentos impõem a seres humanos sofrimentos cruéis e permitem que os médicos tenham, na prática, o direito de matarMaurice T. Maschino
Bancoc sob o cetro de Sua Majestade
Golpe de Estado e queda de Thaksin Shinawastra, o primeiro-ministro bilionário revelam um país ainda controlado pelo rei e pelos militaresAndré Boucaud, Louis Boucaud
Ásia sob tensão
Ofuscada pelo teste nuclear da Coréia do Norte, a posse do novo primeiro-ministro japonês é um fato perturbador, numa das regiões mais perigosas do mundo. Membro de um clã de direita, Shinzo Abe encarna o retorno ao militarismo nipônico, agora abençoado por WashingtonIgnacio Ramonet
A Europa já aceita a morte digna
Holanda, Bélgica, Suíça, Espanha… Os bons resultados nos países que reconhecem (e regulamentam) a eutanásia contrariam previsões catastrofistas, rompem preconceitos, arrefecem a própria oposição das igrejas. No lugar de um tabu, surge um direitoMaurice T. Maschino
A cara do “novo” capitalismo
Como a General Electric, símbolo de poder industrial e inovação no século 20, demitiu, deslocalizou a produção e financeirizou-se… mas não conseguiu superar suas graves debilidades. Um caso emblemático da regressão neoliberalOlivier Vilain
Abu Ghraib no coração dos EUA
Relatórios oficiais sobre a tortura no Iraque revelam algo assustador: atrocidades permaneceram impunes por meses, porque foram consideradas banais. Também nas prisões norte-americanas, está se tornando comum torturar, humilhar e impor tratamentos degradantesAvery F. Gordon
A máquina de fabricar histórias
Radiografia do “storytelling”, o método que procura reduzir questões complexas a histórias de vida e que, depois de conquistar a Casa Branca, espraia-se para o mundo dos negócios, as ciências sociais, o universo da internet e as próprias identidades pessoaisChristian Salmon
Por que a Coréia explodiu a bomba
Assustada com as ameaças dos EUA, e interessada em garantir sua segurança sem depender da China, Pyongyang enxergou, no desgaste de Washington com duas guerras simultâneas, uma janela de oportunidade excepcionalShen Dingli
Por dentro do labirinto birmanês
Dois jornalistas num dos países mais fechados do mundo. Ditadura, corrupção, lutas secretas pelo poder — e uma influência crescente do poderoso vizinho chinêsAndré Boucaud, Louis Boucaud
Em busca das nascentes do capitalismo
Seria o sistema sob o quel vivemos uma conseqüência natural da propensão do ser humano a dividir trabalho e trocar? Para fugir deste conto de fadas, Alain Bihr sai em busca das origens do capital — e o identifica como algo que tem início e fim, como toda criação humanaAlain Bihr
A África sonha com a "segunda independência"
Quinze anos após o fim da Guerra Fria, mobilizações importantes e criativas, que se articulam em torno dos Fóruns Sociais, sugerem que o continente pode não estar condenado aos golpes de Estado, “democracias FMI”, emigração e miséria
Um publicitário chamado Ronald Reagan
Nos anos 1950, um ator de Hollywood e futuro presidente dos EUA cruzou várias vezes o país para construir uma imagem positiva da GE entre as famílias norte-americanas e os próprios funcionários da empresaSerge Halimi
A cara do "novo" capitalismo
Como a General Electric, símbolo de poder industrial e inovação no século 20, demitiu, deslocalizou a produção e financeirizou-se… mas não conseguiu superar suas graves debilidades. Um caso emblemático da regressão neoliberalOlivier Vilain
Planeta Diplô
O “Le Monde Diplomatique” ultrapassa a marca de 60 edições internacionais. Mais globalizado que qualquer outra publicação, o jornal orgulha-se de seus laços com o altermundialismoDominique Vidal
Retratos do Império, quando decadente
Temidos por seu poder e cobiça, os EUA foram também admirados, durante décadas, por sua democracia e mobilidade social. Serge Halimi sustenta que esta ilusão acabou. Para ele, vinte anos de neoliberalismo dividiram a sociedade em castas, e a política foi soterrada pelo marketingSerge Halimi
As Coréias sob pressão
O teste de arma atômica anunciado em 9 de outrubro por Pyongyang é condenável, por ampliar as tensões numa região já conturbada. Mas não se deve esquecer que as Coréias viviam uma década de reaproximação e paz — até que os EUA decidiram intervir…Ignacio Ramonet

