Diplô Online
Erotismo e censura em Santa Catarina
Por que o erotismo, com seu inevitável cunho sexual, incomodou tanto a prefeita de Santa Catarina? O que significa recalcar a sexualidade não apenas em um psiquismo individual, mas em uma cidade inteira?
Decidir com tempo, experiência e ao lado de quem realmente importa
Um chamado délfico para escolhas que honram a sabedoria de quem nos ensina
O que está no seu prato pode ajudar a enfrentar a crise climática
A segurança alimentar e a justiça climática caminham juntas e que não há combate real às mudanças climáticas sem enfrentar as desigualdades que estruturam nosso sistema alimentar
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Sobre a relação entre tecnologia, espetáculo e capitalismo
Existe uma série de implicações não apenas econômicas e sociais, mas também ecológicas, que afetam os indivíduos comuns, que devem se contentar em assistir de seus celulares, enquanto esses privilegiados destroem o meio ambiente em uma competição empresarial na qual os magnates não pagam a conta no final do dia
Há riscos para o legado de Francisco?
Agora, com o trono de Pedro vago (sede vacante), a grande dúvida que se coloca para católicos e analistas do vaticano é a seguinte: o legado de Francisco corre o risco de ser abandonado ou poderá haver continuidade?
Um papa chamado Francisco
Francisco procurou ser o menos formal possível, começando por sua residência após a eleição: escolheu residir na casa de hóspedes Santa Marta, em vez de morar no Palácio Apostólico, tradicionalmente a residência dos papas. O que estava nas entrelinhas da decisão? Desconfiança de quem o rodearia?!
“Fazer teologia a partir das periferias existenciais”
Em termos mais amplos, a comparação entre religião e cidade impele todos os atores das cidades a pensarem o espaço como um lugar de revelação poética e espiritual, e a recuperarem, por meio de seus Projetos, com P maiúsculo, o sentido das relações entre as pessoas como uma estrutura social sobre a qual reordenar as “periferias existenciais”
Para cumprir a Declaração de Independência
No inicio de maio, em Ramallah1 , jovens músicos palestinos deram um Concerto sob a direção do Daniel Barenboïm. Ao receber um prêmio no parlamento israelense, o maestro – que fundou, com Edward Said uma escola para os jovens músicos, judeus e árabes do Oriente Médio – explicou que o ato queria expressar as esperanças de pazDaniel Barenboïm
Na sombra do muro de Sharon
Enquanto o exército israelense continua a matar (160 palestinos em abril e maio) e a destruir casas, segue a construção do muro, ao lado do qual se instalarão zonas industriais que cortarão o Estado palestino em quatro pedaços, privando-o de qualquer viabilidadeMeron Rapoport
O desejo asfixiado,ou como as indústrias culturais liquidam o indivíduo
A sociedade hiperindustrial, através da indústria cultural, promove o controle íntimo dos comportamentos individuais, acarretando uma miséria simbólica que ameaça as capacidades mentais, intelectuais, afetivas e estéticas da humanidadeBernard Stiegler
O “politicídio” dos palestinos
O desejo da sociedade israelense, tanto à esquerda como à direita, de anexar o centro histórico do judaísmo na Cisjordânia, mas não seus moradores árabes, aumentou as contradições existenciais de Israel e é o que explica a derrota de Sharon no referendo interno do LikudBaruch Kimmerling
O avanço da destruição do Estado
Num caminho sem volta, as reformas liberais constroem, passo a passo, um novo mundo da concorrência, com um Estado raquítico e desprovido de políticas sociaisSerge Halimi
Entre ameaças externas e bloqueios internos
Seria possível condenar a política de agressão permanente do governo norte-americano em relação a Cuba e, ao mesmo tempo, lembrar as violações das liberdades políticas na ilha sem ser objeto de um fogo cruzado de críticas?Janette Habel
O desejo asfixiado, ou como as indústrias culturais liquidam o indivíduo
A sociedade hiperindustrial, através da indústria cultural, promove o controle íntimo dos comportamentos individuais, acarretando uma miséria simbólica que ameaça as capacidades mentais, intelectuais, afetivas e estéticas da humanidadeBernard Stiegler
A via estreita do Paquistão
O presidente paquistanês, general Moucharraf, procura manter um equilíbrio frágil entre as exigências americanas e sua intenção de manter os islamitas sob controle. Mas o futuro do jogo político depende, fundamentalmente, do diálogo com a Índia – que entra em nova fase com a vitória do partido de Sonia GandhiJean-Luc Racine
A ideologia do esporte-espetáculo e suas vítimas
Transmitido mundialmente pela televisão, o esporte tornou-se um dos vetores da globalização. Sua ideologia disfarça seu caráter político, a monetarização generalizada dos “valores” esportivos, fraudes e trapaças de todos os tipos e, sobretudo, ’doping’ maciço em todos os estágiosJean-Marie Brohm, Marc Perelman, Patrick Vassort
Duas gerações de atentados suicidas
Concebido como método de guerra contra o ocupante israelense no Líbano, o atentado suicida surgiu em 1982, criado pelo Hezbollah xiita libanês. De lá para abril de 2000, de 16 passou-se a 39 atentados por ano, espalhados por mais de 34 países ou zonas de crisePierre Conesa
Os trabalhadores e o serviço público
Após um acidente de trem da companhia ferroviária Ouest-Etat, então recém-nacionalizada, diretor do jornal ’L?Humanité’, escreveu este artigo, em 19 de fevereiro de 19111 , que parecia antecipar o que viria quase um século depoisJean Jaurès
A Publicis no poder
O quarto maior grupo de comunicação do mundo guarda relações estreitas com a mídia, freqüenta os círculos do poder e exerce grande influência nas grandes questões – e nos grandes negócios – da EuropaMarie Bénilde
Um exemplo para o Golfo
O Qatar, um país rico, pequeno e frágil se lança num projeto de desenvolvimento nacional, que inclui avanços democráticos e sociaisPascal Boniface
Oportunidade perdida para os cipriotas
Os cipriotas gregos rejeitaram em plebiscito o plano de reunificação proposto pelas Nações Unidas e perderam, assim, a grande chance de ver a ilha unificada e boa parte dos refugiados de volta. E põem em cheque o futuro, que só pode existir com o norte o sul vivendo em pazNiels Kadritzke
Negócio de sangue e lucros
Nem a insurreição, a retirada das tropas espanholas ou o renascimento do nacionalismo iraquiano impedem o grande negócio americano. Com contratos fabulosos e acima de qualquer lei, grandes empresas americanas ligadas ao governo faturam alto na reconstrução do paísIbrahim Warde
O tamanho das identidades
A divisão entre países grandes e pequenos na União Européia não pode ser negada. Mas as grandes diferenças passam por outros critérios, como grau de desenvolvimento, tradições culturais ou conquistas sociais e ambientaisJean-Claude Boyer
O sonho americano da “nova Europa”
Com a entrada de dez novos países do Leste europeu na União Européia, os Estados Unidos comemoram o crescimento de sua influência na região. Mas a complicada situação no Iraque, as mudanças políticas na Espanha e a crise da Polônia podem arrefecer suas esperançasThomas Schreiber
Resistência
No mês em que o ’Le monde diplomatique’ faz 50 anos, esta edição é dedicada à todas as vozes da resistência que sonham que outro mundo é possível e contribuem para construí-loIgnacio Ramonet
“Génocídio” ou “massacre” ?
Criado em 1944 pelo jurista polonês Raphael Lemkin, o termo « genocício » conheceu um sucesso internacional imediato, aplicando-se, porém, a situações muito heterogêneas. Descartando a banalização do termo, pesquisadores procuram traçar as características comuns desta particular forma de guerra contra os civis que se tornou massiva no século XXJacques Semelin
O sonho americano da "nova Europa"
Com a entrada de dez novos países do Leste europeu na União Européia, os Estados Unidos comemoram o crescimento de sua influência na região. Mas a complicada situação no Iraque, as mudanças políticas na Espanha e a crise da Polônia podem arrefecer suas esperançasThomas Schreiber

