Diplô Online
A decisão do tribunal de justiça de Santa Catarina
A IA é um tema central em diversos setores e campos da atividade humana, e sua presença também se faz evidente no âmbito dos Direitos Intelectuais, em especial nos Direitos Autorais
Livros para o corpo, a cidade e o fim do mundo
Coleção Projeto Desandar, da artista Beatriz Cruz, será lançada no próximo sábado, com performance e bate-papo sobre a relação entre escrita, performance e intervenção no espaço público
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Quando a Lei de Cotas Raciais não basta
É urgente que a norma regulamentadora das ações afirmativas (Lei n.º 15.124/2025 e § 2.º, Art. 5.º da Lei n.º 8.112/1990) para concursos públicos e processos seletivos simplificados seja elaborada a partir de um processo amplamente participativo entre Estado e sociedade civil, principalmente os movimentos sociais de pessoas ou grupos sujeitos de direito de ações afirmativas
Meursault não sentou no banco dos réus do STF
O Brasil, assombrado, viu menos soldados e mais figuras desbotadas. Homens que não parecem almejar a morte com honra
O caso “Débora do batom” no discurso bolsonarista midiatizado
Foi realizado um estudo de caso sobre a disputa pela anistia no discurso bolsonarista midiatizado, a partir da apropriação e ressignificação do julgamento de Débora Rodrigues dos Santos — que popularmente ficou conhecida como “Débora do Batom” — condenada pelo STF, em abril deste ano, a 14 anos de prisão por pichar a estátua da Justiça, durante os atos antidemocráticos do 8 de janeiro de 2023.
O que sobra quando a realidade é só código?
Como poderíamos provar que não estamos em uma simulação? Se podemos simular mentes, o que nos impede de sermos simulações?
O terrorismo anarquista e a Jihad
Como o trabalhador do século XIX, o muçulmano é, atualmente, considerado muitas vezes com uma mistura de medo e desprezo. E os EUA representam para o terrorista da Jihad o que o Estado burguês era para seu predecessor anarquista: o símbolo da arrogância e do poderRik Coolsaet
Bocas do Tempo
Profissão de fé clarividente e maliciosa, o discurso do escritor uruguaio durante a festa dos cinqüenta anos do Le Monde diplomatique, em 8 de maio de 2004Eduardo Galeano
Realidade à procura de ficção
As aventuras literárias nos colocam diante da questão crucial: como pensar a forma de totalitarismo nova que se sente apontar, ao mesmo tempo que a liberdade parece ser o paradigma supremoJean Christophe Rufin
Aristide: a queda na própria armadilha
Líder popular, Aristide é seduzido pelo estabilishment norte-americano com quem colabora por ocasião da privatização das estatais. Inebriado pelo poder e pelo dinheiro, é destituído por um bando de mercenários. França e EUA, dão o golpe de misericórdia ao impor um primeiro-ministro e manter o país ocupado por tropas estrangeiras, retomando à violência dos tempos duvalieristas
CronologiaMaurice Lemoine
O que é, afinal, a democracia? 1
É preciso questionar a democracia para podermos reiventá-la e não permitir que seja pervertida pelo poder econômico e financeiro que não é nem eleito pelo voto popular nem controlado pelos cidadãosJosé Saramago
Os alemães se rendem à "ostalgia"
Quinze anos depois da queda do muro de Berlim, os alemães do leste não encontraram as “paisagens em flor” prometidas após a unificação. Enfrentam o desemprego, a privatização do sistema de proteção social. A dura realidade ocidental do presente é uma das explicações para a nostalgia da experiência da República Democrática AlemãDominique Vidal, Peter Linden
Esporte é guerra
De 13 a 29 de agosto, os Jogos Olímpicos de Atenas ganharão cobertura midiática comparável à da guerra do Iraque. Alguns vêem nos Jogos o símbolo da amizade entre os povos e do esforço de paz. Para outros, nada mais é que o «novo ópio do povo». Mas para além da competição, do espetáculo e do impacto econômico, há ainda outras questões, geopolíticas e estratégicasPascal Boniface
A África redescoberta
Timbuktu, no Mali, foi durante muito tempo uma cidade fechada aos europeus. Encruzilhada comercial na época das caravanas, foi também a sede de uma vida intelectual intensa. Naquela era de ouro, milhares de livros foram escritos a mão e depois abandonados na poeira do deserto, que começam a ser exumados. Da noite do esquecimento, emerge uma apaixonante história da África até hoje ignoradaJean-Michel Djian
Na terra da estepe cinzenta
A Mongólia xamânica está no coração do tempo presente e vive também os abalos e mudanças que determinam nossa existência no planeta. A velocidade crescente e tudo o que a acompanha a inunda cada vez maisGalsan Tschinag
A língua árabe, o Rolls Royce e o Volkswagen
No debate sobre a reforma do islã, algumas pessoas exigem dos árabes que modifiquem também sua língua: que escolham definitivamente o árabe clássico e abandonem o árabe dialetal. Antes de sua morte em setembro do ano passado, Edward W. Said explicou por que essa exigência reflete um extraordinário desdém pela riqueza da experiência cotidiana expressa pela língua popularEdward W. Said
Prisões da morte
Sob a guarda do Estado e a vigilância da polícia, dezenas de jovens morrem em situações atrozes nos cárceres hondurenhosRaphaëlle Bail
Quem tem medo do Big Brother?
O controle social não é mais visto como relação política de dominação e sim como elemento necessário e bem aceito por cidadãos que a ele se submetem voluntariamenteDenis Duclos
A moda e o mercado
O fenômeno da ’ostalgia’ cria novas modas – e mercados – no dia-a-dia da população da Alemanha do LesteBenjamin Wuttke
Elogio ao senso comum
A luta pela democracia no mundo não deveria se iniciar pela democratização dos organismos que se chamam internacionais? O que opina o senso comum? Não está previsto que opine. O senso comum não tem voto nem tem vozEduardo Galeano
Os alemães se rendem à “ostalgia”
Quinze anos depois da queda do muro de Berlim, os alemães do leste não encontraram as “paisagens em flor” prometidas após a unificação. Enfrentam o desemprego, a privatização do sistema de proteção social. A dura realidade ocidental do presente é uma das explicações para a nostalgia da experiência da República Democrática AlemãDominique Vidal, Peter Linden
China, a megapotência
“No dia em que a China acordar…”, dizia-se antigamente, deixando no ar a idéia de uma ameaça gigantesca sobre o planeta. Hoje temos plena consciência de que aquele imenso país, de fato, acordou. E é importante questionar as conseqüências que seu impressionante despertar pode ter para o mundo todoIgnacio Ramonet
O cinema como religião
Os mistérios da relação passional dos indianos com seu cinema, que atrai diariamente cerca de 15 milhões de pessoas, e fez com que nenhum outro país tenha exacerbado tanto a extrema porosidade entre a vida real e o cinemaElisabeth Lequeret
Guerra contra os pobres
Honduras está em guerra contra os delinqüentes, principalmente os mais jovens e os mais pobres. À margem da repressão legal, centenas de execuções extrajudiciais de crianças e de adolescentes ensangüentam o país: 2.125 assassinatos de jovens, de 3 a 23 anos, nesses últimos cinco anosRaphaëlle Bail
Os guerrilheiros da causa animal
Na Grã-Bretanha, o movimento ambientalista conquista vitórias na proteção dos direitos dos animais. Entre os que os defendem estão grupos de ecologistas clandestinos que, em nome da causa, desafiam leis e assumem riscosCédric Gouverneur
Os ecos da primeira vitória dos povos colonizados
Há cinqüenta anos atrás, a vitória dos vietnamitas, liderados por Ho Chin Min, contra o exército francês, na batalha de Dien Bien Phu, funcionou como um estopim para as lutas por independência dos países africanosAlain Ruscio

