Diplô Online
O ponto G do compliance e o experimento “Emergence World”
Há um ponto em que a conformidade deixa de proteger e passa a recompensar, o instante exato em que o selo vale mais do que a verificação que deveria atestar. É o ponto G da audit society, e é nele que o jogo se decide. A pergunta que define o futuro algorítmico não é se a máquina será verificada, mas quem escreve o teste, e a serviço de quem
Um Auto e muitas tragédias, onde o rio some e as barreiras se erguem
Até quando vamos continuar fingindo que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza?
O PIX e o bullying de Trump
Quais são os interesses envolvidos na ofensiva do USTR?
Newsletter
Cadastre-se para receber os conteúdos do Diplô
Morte de JK pela ditadura reafirma método de assassinatos políticos
O silenciamento e apagamento das perseguições políticas foram uma forma de retirar a culpa dos agentes do estado dos crimes cometidos
Como a IA, a filantropia e a mídia “perene” estão remodelando o trabalho intelectual
Enquanto as empresas de IA se beneficiam de ecossistemas digitais, quem mais se beneficia com elas?
Entre as ruas e as superpotências na disputa global por minerais críticos
Sob o impacto da crise econômica e da ruptura do pacto social, o país andino se transforma em terreno de disputa entre potências interessadas no controle de recursos estratégicos e nas cadeias da transição energética
Notas sobre derrotas na saúde pública e na reforma sanitária
Um sistema eficaz de encanamento, que garanta o fornecimento de água limpa e a retirada de esgoto dos centros urbanos, não contribui para a melhoria da saúde pública? Sim, mas essa visão se tornou dominante pelos benefícios das suas propostas simplesmente tecnocratas, que retiravam a perspectiva sociológica, atenta aos condicionantes sociais de adoecimento e que obrigaria a uma reflexão ética a respeito da sociedade como um todo
Neoliberalismo: “o que é que há, pois, num nome?”
Há aqui, aliás, um traço paradoxal, dado que o neoliberalismo (tanto nas suas origens austríacas e alemãs dos anos 20, como na sua genealogia americana) nasceu como um projeto para fazer face a uma crise — e é, afinal, ele próprio uma crise
A mobilidade como projeto de vida digna
Documentário reflete sobre o transporte público como eixo de exclusão urbana e racial e apresenta a tarifa zero como alternativa concreta de justiça social e ambiental
Inteligência Artificial Generativa para quem?
Uso de tecnologias como ChatGPT e Claude para eliminar trabalho artístico e pedagógico passa longe de ser inovação desejável
Cruz, voto e prazer: temas incômodos sobre violência de gênero
A equidade de gênero, se for para ser levada a sério, exige o enfrentamento direto desses três pilares da dominação: o fundamentalismo religioso, o machismo político e a heteronormatividade compulsória
Os corredores transcontinentais sul-americanos e a nova geografia global
As novas commodities globais continuam a impulsionar a expansão da modernização e espacialização territorial
O que “O Estado Babá” tem a dizer ao prefeito do Rio de Janeiro?
Que risco real se combate ao banir a música da areia, senão o risco de sermos felizes de forma espontânea? Não estaria a prefeitura, por via de consequência, coibindo também o simples direito de dançar na orla!?
No filme ‘O agente Secreto’ o povo tem cara de povo, visse?
O Thriller se passa em 1977, mas parece hoje, minha gente. Então não dá para saber se é Brasil de 2025 ou Brasil daquela época. Tem rico que deixou o filho da empregada morrer, após mandar a mulher sair para fazer um serviço na rua, e o menino sair pelo portão e ser atropelado. Tem cabimento?
As redes sociais e a ‘e-democracy ’
Na e-democracy, não surpreende que o comportamento e o discurso político procurem se adaptar de forma mais profunda à opinião pública
Galinhas em confinamento, normas em aberto: por um novo modelo sanitário brasileiro
O surto de IAAP pode ser interpretado não como uma exceção, mas como um sintoma de um sistema de avicultura que atingiu seu limite?
Claudia Nina: ‘A solidão é o grande tema da vida. Somos assombrados pelo abandono’
Autora completa 20 anos de carreira e reflete sobre memória, curiosidade, processos criativos e crítica literária
A escuta como migração para o outro e a escola como última barreira contra a barbárie
A 6ª edição do Congresso Socioemocional LIV trouxe para o debate a questão social de cada um de nós quando o assunto é a criança. Portanto, até que ponto as redes sociais pertencem ao campo do privado — e não do público?
O fortalecimento do regime de partilha de produção: um debate necessário
Os riscos à segurança energética do país podem comprometer o desenvolvimento econômico e social do Brasil?
Superando o determinismo quantitativo
Por outro lado, ao definir o “como” conhecer, é necessário definir também o conceito de “alcance”. Ou seja, até onde vai o conhecimento? O que significa verdadeiramente conhecer? Quando posso afirmar que realmente conheço um objeto?
Leão XIV, para além de conservador ou progressista
Algumas declarações do novo papa geraram o primeiro atrito com as populações LGBTQI + e com mulheres que advogam o direito ao aborto como política pública. Posicionamentos que reaqueceram a dúvida: a final, o novo líder da Igreja Católica será progressista ou conservador?
O flerte eugenista que guia a política de saúde Trumpista
O futuro que queremos para todos é, na verdade, apenas para os corpos adaptados, produtivos e domesticados que sobrevivem? Ou podemos imaginar um futuro em que a diversidade radical — inclusive aquela que não gera lucro nem se encaixa — possa florescer sem medo? O futuro que queremos para todos é apenas para os corpos adaptados, produtivos e domesticados sobrevivem? Ou um futuro onde a diversidade radical, inclusive aquela que não gera lucro, nem se encaixa, possa florescer sem medo?
Máquinas, máquinas!
Ao que tudo indica, os usuários tendem a emburrecer conforme aumenta o uso da inteligência artificial
A metalinguagem das empresas-plataforma e o básico que se torna exclusivo
Até que ponto estamos dispostos a ceder nossa autonomia em troca de soluções aparentemente convenientes?
Uma conversa com a autora e imigrante Lu Rodrigues sobre sua obra de estreia na ficção
Em Mariposas não voam longe, a autora traz contos com protagonistas mulheres que, a partir de suas individualidades, rompem com as imposições patriarcais.
Os homens negros e as eleições brasileiras de 2026
Por que a ‘esquerda’ não só norte americana, mas também brasileira tem perdido adesão de um eleitorado historicamente confiável?

