Diplô Online
A família Bolsonaro e o uso de imagem por sistemas de IA
Mídia sintética instaurou um estado persistente de dúvida, onde a incerteza deixa de ser exceção para se tornar a regra. Isso permite que evidências reais sejam descartadas como “falsas”
Justiça, povos indígenas e proteção ambiental
Quando o Estado demora em demarcar um território, condena uma comunidade inteira, um povo inteiro, jovens e crianças, anciões e mulheres. Até quando?
Quando as nações deixam de aprender
Como o obscurantismo destrói ecossistemas de conhecimento – e por que essa pode ser a mais silenciosa forma de declínio das grandes potências
Newsletter
Cadastre-se para receber os conteúdos do Diplô
Preços silenciosos: sigilo não é política de acesso
A estratégia de confidencialidade de preços promovida pelo Ministério da Saúde e órgãos de controle transfere a lógica do segredo para o Estado, asfixia o controle social e blinda as margens de lucro abusivas das grandes farmacêuticas
“Ser autista está na forma como seguro o garfo. Por que não estaria na minha literatura?”
Vencedora do Prêmio LOBA 2025, Milena Martins Moura defende uma representação não didática da neurodivergência na poesia
Uma agenda pendente da reforma tributária
É indispensável que o Congresso Nacional aprove uma lei complementar para regulamentar a destinação futura dos recursos dos Fundos de Combate à Pobreza
O que separa o perigoso do diferente?
Em uma sociedade cada vez mais polarizada, a convivência entre liberdade, pluralidade e proteção contra discursos e práticas destrutivas tornou-se um dos maiores desafios das democracias e das organizações. Como distinguir a discordância legítima de comportamentos que ameaçam as próprias regras da convivência?
Insurgências quânticas para uma tecno-alquimia da resistência
Este texto não é apenas reflexão filosófica nem manifesto tecnológico. É um chamado insurgente a uma nova consciência, necessária para um novo paradigma que ultrapasse o racionalismo instrumental e reinstaure o encantamento na máquina por meio de uma nova relação entre técnica, humanos e natureza, não antropocêntrica, e não utilitária
A construção de soberania em tempos de finança plataformizada
As dimensões da soberania, da eficiência, da inclusão e da difusão capilar do PIX no território brasileiro explicitam o reforço da posição de liderança do país no segmento das tecnologias informacionais bancárias e financeiras
A PL da devastação e nossas elites dirigentes
Uma das grandes contradições da economia de mercado reside na sua incapacidade de olhar a longo prazo para os recursos naturais
Como a crise climática recai sobre as mulheres negras na América Latina
Este artigo não é sobre vítimas, mas sobre resistência. Justiça climática sem justiça racial é cortina de fumaça
Só há um efetivo enfrentamento da crise climática com a participação de mulheres quilombolas
Assim como Tereza de Benguela, mulheres quilombolas lutam contra a invisibilização de seus territórios e o silenciamento de suas vozes
A regra da política externa de Trump é acabar com as regras
Ao longo dos últimos seis meses, as novas diretrizes do Governo Trump têm desestabilizado o debate em torno de direitos digitais e direitos humanos
O protecionismo de Trump e a guerra silenciosa contra a China e o Sul global
Ao punir o Brasil por estreitar laços com a China, Washington envia uma mensagem clara não aos mercados, mas aos governos do Sul Global: quem buscar autonomia, pagará o preço
Civis de Gaza sob o silêncio global
Como um país com uma herança marcada pela dor e pela superação pode hoje protagonizar ações tão devastadoras?
A profusão de sentidos na poesia de Danilo da Costa-Cobra Leite: ‘Caminho das aves’
Caminho das aves vem com a proposta de tirar o receptor de sua zona de conforto com recursos bem trabalhados para seu propósito: palavra, imagem e objeto
Capital político, narrativas de perseguição e desafios eleitorais em 2026
Ao analisar esse cenário, é fundamental considerar a disputa pela liderança da extrema direita em 2026. Quem será o representante desse espectro político? O bolsonarismo sobreviverá sem Bolsonaro?
Paulo Lins: ‘as pessoas mais excluídas do meu tempo são os migrantes nordestinos e os negros’
Autor de livros como Cidade de Deus e Desde que o Samba é Samba é o sétimo entrevistado do especial do Le Monde Diplomatique Brasil
Por que não levamos a sério no Brasil?
O que todo esse movimento degradante significa? O que está por detrás das entrelinhas?
Imaginação política, infâncias e adolescências
Assim como práticas antirracistas que, por serem improvisadas, informais e realizadas em espaços de convívio doméstico — muitas vezes em resposta às vivências cotidianas das crianças — costumam não ser registradas pelas análises sociológicas dos movimentos sociais, seria possível pensar que também existam, no Brasil, atitudes semelhantes voltadas à prevenção da violência sexual contra crianças e adolescentes? Seriam essas práticas, transmitidas entre gerações, portadoras de uma resistência invisível — de uma potência silenciosa?
A chantagem de Trump evidencia que precisamos de soberania digital
Trump afirma que regular empresas americanas é inaceitável — mesmo quando essas empresas atuam em território brasileiro, utilizam dados da população local e influenciam diretamente nossa democracia. Essa lógica evidencia a assimetria no debate sobre regulação digital. Se já elaboramos planos decenais para áreas como educação e infraestrutura, por que não desenvolver também um plano nacional de soberania digital, que proteja nossos interesses e garanta autonomia frente a essas plataformas?
A sociedade civil e a política externa brasileira
Sobre a mesa desse debate há uma proposta, construída pela sociedade civil, de criação de um Conselho Brasileiro de Política Externa, com caráter consultivo (cujas decisões, portanto, não vinculam legalmente o Poder Executivo) e integrado de maneira paritária por representantes de diversos ministérios e variados setores da sociedade civil
Trump, entre o protecionismo e a facilitação de investimento
As medidas de Trump, consideradas caóticas, erráticas ou imprevisíveis, no caso do investimento estão orientadas por uma política que introduziu mudanças significativas
Corpos marcados para morrer
Esses corpos, jovem, negro, periférico, dissidente sexual, não foram mortos por acaso. Foram mortos porque estavam vivos e presentes onde o Estado e a sociedade esperam submissão ou silêncio
Sobre a morte: desconstruindo a falácia da batalha perdida
Preta Gil não perdeu nenhuma guerra. Ela viveu. Viveu com intensidade, com amor, com dignidade
Pressão estética como sadfishing no vazio em Ultra HD
Como uma indústria que praticamente nunca entra em crise, mas, pouco a pouco, penetra não apenas no imaginário feminino, mas literalmente nos corpos das mulheres, pode ser vista como uma celebração do empoderamento feminino, e não como um filme grotesco de body horror?
Fantasia distópica Verty Society é extensão lógica e dolorosa de onde já estamos
Livro aborda uma Terra futurista onde a paz de seus habitantes é garantida por meio da supressão da liberdade. Mais do que uma obra de ficção, é um libelo contra homofobia e a repressão institucionalizada

