Diplô Online
Liderança quilombola do Maranhão denuncia guerra química à ONU
A guerra química no Cerrado maranhense não é um fim em si mesmo, mas uma ferramenta poderosa que opera um processo muito mais profundo e extenso de destruição das florestas, das águas e dos seus povos: o ecogenocídio
Pertencimento e amor-próprio na vivência com autismo
O romance, que traz elementos de fantasia, trata de uma experiência ainda pouco abordada na literatura: a subjetividade atravessada pelo diagnóstico tardio de autismo
Quem ganha com a cultura da violência na política brasileira?
A presença de candidaturas que emulam a questão militar e de forças de segurança não é uma novidade
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Um olhar pelo prisma da distribuição funcional da renda nacional
O que está em jogo nas eleições de 2026? De um lado, um projeto político de caráter pré-iluminista, marcado por ataques à laicidade do Estado, pelo negacionismo científico, pela erosão dos direitos humanos e das minorias e pelo enfraquecimento sistemático das instituições democráticas. De outro, um projeto social-democrata que, aos trancos e barrancos, em meio às contradições do processo histórico, procura construir um país mais plural, economicamente soberano e comprometido com a justiça social e a preservação ambiental
“E daí? Eu não sou trabalhador de aplicativo”
Será que com o Flávio eleito teremos como reivindicar melhores condições de trabalho?
O que a comunicação tem a ver com a defesa da democracia?
Sem informação confiável, o voto vira aposta e o debate público vira ruído
A besta e o capitão
Show do Iron Maiden em São Paulo no dia do segundo turno expõe a aproximação entre parte do público de heavy metal e a extrema direita, num gênero que nasceu provocando o conservadorismo
“Hiperpolítica”, de Anton Jäger, mostra corpo politizado e cabeça vazia do século 21
Convivemos pouco, ou quase nada, com o outro. E essa parece ser a explicação mais adequada para a época que vivemos, que Jäger classifica como “hiperpolítica”
Quem ensinou o professor a ter medo?
Que tipo de escola estamos construindo quando ensinar determinadas coisas exige coragem?
Nossa Senhora Aparecida e a gramática eleitoral da reta final da campanha
Entre a memória afetiva dos católicos, a disputa por símbolos religiosos e a instrumentalização da fé, a padroeira do Brasil entra na última semana da eleição de 2026
A Constituição de 1988 sobreviverá às eleições de 2026?
O cenário político brasileiro para as eleições presidenciais de 2026 coloca em risco a sobrevivência da Constituição de 1988 e da própria democracia
O Nepal está pagando o preço por uma crise climática que não causou
Quem paga quando os países menos responsáveis pela crise climática sofrem perdas catastróficas?
Três anos de genocídio em Gaza: o que ainda resta de nós?
Uma das maiores lições de Gaza é que a linguagem nunca é apenas linguagem quando pessoas estão sendo exterminadas
Há coisas que só cabem no silêncio: uma entrevista com o escritor Bruno inácio
Em nova edição pela Reformatório, com três contos inéditos, De repente nenhum som, de Bruno Inácio, reúne histórias de uma mesma família do interior paulista para pensar o silêncio como violência, afastamento, cumplicidade e recusa ao ruído do presente
Eleições 2026: democracia ou barbárie
Em meio à polarização política e à pressão internacional, as eleições de 2026 colocam em disputa não apenas projetos de governo, mas os próprios rumos da democracia brasileira
A interferência estrangeira e o voto dos indiferentes
As eleições de 2026 serão disputadas também fora das urnas. Em meio à crescente interferência estrangeira, à disputa política entre Brasil e Estados Unidos e a uma parcela significativa da população indiferente ou indecisa, o resultado pode depender menos dos decididos e mais daqueles que preferem não se posicionar
O perfil derrubado do Porchat, o impulsionamento do X e as intervenções eleitorais da IA que a gente não vê
Como controlar o impacto das Inteligências Artificiais que nós não vemos?
“Mulher virtuosa quem a achará?”
Cintia Bittar esmiúça a ascensão do conservadorismo por meio de um thriller psicológico
Soberania digital e autonomia cognitiva em tempos de eleição
Qual foi a última vez que você tomou uma decisão importante de forma autônoma, sem confiar apenas no Google (que já entrega a resposta curta no topo via IA), ou sem consultar o GPT, Claude ou qualquer outro de sua preferência?
Quando o Estado escolhe sua Terra Prometida, quem fica no deserto?
A laicidade não exige que a religião desapareça da vida pública. Ela exige que o Estado não entregue a nenhuma religião o poder de definir, sozinha, a imagem de todos
Sobre as iluminações da linguagem
É na combinação entre densidade e leveza que Pequenas fábulas encontra sua força estética
Qual modelo de segurança pública escolheremos nestas eleições?
Insistir na política do confronto como um modelo de segurança pública significa ignorar a população mais afetada pela violência
Quem tem direito de criar?
Democratizar os meios de produzir não democratiza o repertório acumulado antes da produção. Derruba uma porta, não as desigualdades que cada pessoa carrega ao atravessá-la
A Onda Verde mudou a América Latina, mas é preciso defender o que conquistamos
Neste 28 de setembro, Dia Internacional do Aborto Seguro, vitórias merecem ser celebradas. Mas o momento também exige uma reflexão: as eleições brasileiras importam para os direitos reprodutivos, mesmo quando o aborto não está no centro da campanha
Como os direitos humanos nos tornam sujeitos de direitos
Os Direitos Humanos constituem o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo – e não são favores concedidos pelo Estado, mas obrigações que ele tem para com os cidadãos
Acácio Augusto: “Precisa existir, no campo das lutas sociais, a dimensão do inegociável”
Cientista político e professor da Unifesp reflete nesta entrevista sobre seu novo livro, Revolta e antipolítica: anarquia!
O voto na direita e a frustração com a educação
A frustração com o ensino superior e a falta de empregos qualificados impulsionaram a ascensão da mentalidade neoliberal e da direita política. Diante da incapacidade do sistema em absorver diplomados, muitos indivíduos tornaram-se “empresários de si”, adotando uma lógica de mercado que prioriza o sucesso individual e o empreendedorismo em detrimento dos direitos coletivos

