Na América Latina, a volta dos polvos midiáticos
Argentina, Equador, Brasil: por todo lado, o mesmo cenário. Dirigentes conservadores chegam ao poder após um longo período de governos de esquerda. Mal são eleitos, todos parecem premidos por uma urgência: anular as medidas de regulamentação da imprensa instauradas por seus predecessores a fim de controlar o poder político das mídias privadas

