O TSE e o conservadorismo judicial: qual o futuro das Eleições Gerais de 2026?
No entremeio da Presidência de Carmen Lúcia, há porvir Marques, Mendonça e um bolsonarismo resiliente que energizam a nova feição judicial do Tribunal para 2026

No entremeio da Presidência de Carmen Lúcia, há porvir Marques, Mendonça e um bolsonarismo resiliente que energizam a nova feição judicial do Tribunal para 2026
Diante das constantes manifestações da ciência sobre os efeitos nocivos que estão se abatendo sobre a humanidade, podemos concluir que o insustentável mundo fóssil só se mantém à custa da mentira institucionalizada pelos países que usufruem de sua efêmera e suja riqueza
Por que não podemos acessar as TVs dos nossos países vizinhos? O fortalecimento dos laços regionais tem um amplo campo de oportunidades com uma maior abertura cultural
Quem administrará os negócios do mundo no século XXI? O Ocidente e sobretudo os Estados Unidos, que ocupam uma posição dominante desde o fim da Segunda Guerra Mundial? Ou os países do Sul, China e Índia à frente, que exigem uma reorganização do sistema internacional? A ampliação dos Brics é uma etapa importante no reequilíbrio planetário, mas esse objetivo ainda está distante
As discussões sobre a tributação não podem ficar limitadas às questões técnicas sobre as diferentes formas de tributar ou sobre ganhos e perdas financeiras entre os setores ou entre os entes da federação. Elas precisam escancarar as concepções em disputa sobre o modelo de Estado e sobre a capacidade que queremos atribuir a ele
Contraditoriamente, o berço que acolheu Garibaldi hoje se encontra imerso no obscurantismo político e no radicalismo. Será que a Itália um dia voltará às raízes revolucionárias e anti-imperialistas?
O contraste entre a política externa de Lula III com a diplomacia de Bolsonaro é brutal. A gestão alucinante de Ernesto Araújo e o reacionarismo manso de Carlos Alberto França saíram de cena, e o bordão “O Brasil voltou” é plenamente justificável. No entanto, ambiguidades na condução dos negócios externos colocam em dúvida a existência de um projeto definido na área
Maquiavel, a democracia e o Brasil de Renato Janine Ribeiro (Edições Sesc) e O duplo refletido de Lorraine Ramos Assis (Folhas de Relva)
O que se passou nos últimos quatro anos foi um gravíssimo ataque à sociedade civil e aos movimentos sociais. A democracia não sucumbiu por muito pouco. Agora, a vitória de Lula precisa ter consequências concretas para o fortalecimento do campo popular
“O ouro / afunda no mar / madeira / fica por cima…” Assim se inicia o refrão de “O ouro e a madeira”, de Eraldo Gentil, interpretada por gigantes da música brasileira como Originais do Samba e Beth Carvalho e que inspira o título deste artigo. A canção orienta o tom do texto: sobrevivente de um país que nos persegue à morte, o movimento negro brasileiro permanece no front da construção de uma sociedade justa
Um dos grandes desafios do governo Lula é retomar, de modo consistente, a participação popular. O povo precisa voltar ao centro do poder e exercê-lo, fortalecendo laços que reconstruam a relação entre as camadas populares e seus representantes
Das crianças brasileiras com menos de 5 anos, 40% das brancas e 58,3% das negras apresentam algum grau de insegurança alimentar. Houve um crescimento de 54,5% no número de crianças muito abaixo do peso. A Fundação Oswaldo Cruz registrou que, durante 2021, diariamente davam entrada no SUS oito bebês com menos de 1 ano com quadro de desnutrição aguda