comunicação
O genocídio entre dedos e fuzis
Da Palestina ao Líbano, do Complexo do Alemão à República Democrática do Congo, coberturas hegemônicas pavimentam o caminho para que crimes contra a humanidade sigam sendo praticados
Ações em rede fortalecem a comunicação pública nos estados, enquanto a EBC retoma lentamente sua participação social
A descontinuidade na gestão da empresa pública e limitações dos seus comitês frustram a sociedade civil e sua retomada por um projeto nacional de comunicação pública
Concentração midiática limita o debate de ideias e o acesso a informações
Poder midiático nas mãos de poucos fere o direito à comunicação e impõe ao país uma agenda alinhada aos interesses de grupos empresariais, políticos e religiosos
As desigualdades sociais e comunicacionais como estrutura
Na América Latina em chamas, o controle sobre o direito à comunicação define quem pode narrar o continente
Cartografias das desigualdades no Brasil: do território agrário ao digital
Entre florestas e plataformas digitais, disputas por terra, poder e soberania revelam permanências e transformações na organização do território brasileiro
Silêncios, poder e a seletividade da indignação pública
Por que determinados escândalos parecem receber cobertura massiva, enquanto outros são tratados de forma tímida, fragmentada ou rapidamente esquecidos?
(In)Comunicação política e democracia pós-sentido
Vivemos um paradoxo central: ao mesmo tempo em que predomina o imaginário social de que a democracia e a liberdade de expressão continuam vigentes, a comunicação política já não produz o diálogo e a compreensão social imprescindíveis para sua efetivação. Entanto os agentes políticos reagem como se houvesse um público informado e racional, na realidade esse público encontra-se dissolvido em micro-esferas afetivas, cognitivamente debilitadas e comunicacionalmente fragmentadas
O jornalismo que me levou ao cuidado
Entre a escuta e a palavra, uma jornalista descobre que o cuidado também floresce no silêncio – no gesto simples de estar junto
Mídias independentes reverberam vozes silenciadas
Grupos comunitários e independentes se destacam na cobertura de pautas invisibilizadas pelo oligopólio que controla a comunicação no Brasil
Como falar em soberania num cenário de profunda dependência tecnológica?
Ausência de regulação das plataformas e permissividade para a instalação de data centers indicam que a soberania – necessária – parece ser um horizonte distante
Políticas para a radiodifusão brasileira beneficiam oligopólios midiáticos e silenciam vozes dissonantes
Sob o governo Lula, faltam projetos para fortalecer a comunicação pública e mídias independentes, enquanto empresas e políticos são beneficiados com recursos e concessões de rádio e TV

