O design inteligente do mercado
Somente mistura de fé e oportunismo parece explicar aposta redobrada na atual política econômica

Somente mistura de fé e oportunismo parece explicar aposta redobrada na atual política econômica
O discurso está certamente fora do lugar. O Brasil, desde Fernando Collor, mas principalmente com Fernando Henrique Cardoso, desregulou relações de trabalho, abriu-se ao comércio exterior, vendeu estatais, etc. O “necessário” ajuste prometia modernizar a economia, provocando crescimento e melhores condições de vida para a população. Não se viu a realização da promessa até 2003. Nos anos seguintes, o melhor momento produtivo veio, mas em um governo muito criticado pelos neoliberais. Hoje, com o Brasil novamente sob a tutela neoliberal, a última PNAD Contínua (31/01/2020) apresentou números pouco alvissareiros à maioria dos brasileiros. Por exemplo, a média de pessoas desocupadas saltou de 7,0 milhões, em 2014, para 12,6 milhões, em 2019.
À luz da tendência de intensificação geral da bolha em todos os mercados e países, documento do FMI já apontava há um ano alguns riscos particulares de maior potencial disruptivo ou de espraiamento: excessivo endividamento e elevada alavancagem das empresas não financeiras, busca desvirtuada de rentabilidade dos Investidores Institucionais, ampliação dos fluxos de capitais e aumento de endividamento de países periféricos, entre outros. Confira novo artigo do Observatório da Economia Contemporânea
O PIB é que uma medida para demonstrar o quanto de produtos e serviços foram produzidos em determinado período, em determinado país ou região. Quando o PIB aumenta, grosso modo, a condição de vida material das pessoas tende a melhorar, num português claro, ficam na média, mais ricas. Mas então o que explica esses resultados fracos? Vários podem ser os motivos, mas aqui vou abordar um especial, o investimento público.
Ideia de que cada brasileiro endividado é o principal responsável por sua situação financeira encobre graves problemas estruturais na educação e na economia do país.
Uma explicação sobre o ciclo das políticas fiscais, contracionista e expansionista, a partir da qual é possível refletir a volta do crescimento em 2020.
A reforma da Previdência é falha em todos os seus aspectos, não corta privilégios, e sim os exacerba, ignora os verdadeiros vilões das contas públicas e repassa o débito para a população
O governo vem apostando em reformas pelo lado da “oferta” da economia (tributária, trabalhista, previdenciária, liberdade econômica) para gerar crescimento, são reformas que podem ser importantes dependendo do seu desenho, mas não resultam necessariamente em maior crescimento no curto prazo, talvez nem no médio prazo.
O Brasil tem uma elevada presença de capital estrangeiro nas suas estruturas de produção e de comércio de bens e serviços. Essa participação tem se ampliado substancialmente desde a crise financeira internacional, iniciada em 2008, e com a desaceleração em 2014 e posterior recessão econômica doméstica de 2015 a 2019. A participação estrangeira tem sido reforçada pelos elevados fluxos de Investimento Direto no País. Novo artigo do Observatório da Economia Contemporânea
Como é típico de operações de renda variável, houve perdas em alguns ativos, mas os resultados pela ótica de carteira, que é a forma apropriada para avaliar o desempenho em renda variável, mostram que a BNDESPar é historicamente rentável. Além disso, as operações são precificadas em condições de mercado, sem subsídios, usando recursos da geração de caixa da própria BNDESPar, que também serve de fonte para o restante do sistema BNDES. Confira novo artigo do Observatório da Economia Contemporânea
A conversibilidade de jure teria implicações muito negativas para a economia brasileira. Acompanhe no artigo do Observatório da Economia Contemporânea
Confira novo artigo do Observatório da Economia Contemporânea