Do sertão ao horror distópico
O novo romance do escritor cearense João Matias expõe Brasil entre descaso ambiental, violência e retirantes

O novo romance do escritor cearense João Matias expõe Brasil entre descaso ambiental, violência e retirantes
Quarentena serviu de inspiração para o premiado chef dinamarquês Rasmus Kofoed, considerado um dos melhores do mundo, pensar em menus rápidos e saudáveis à base de vegetais e sentir saudades do trabalho em equipe
Para o sociólogo português Boaventura de Sousa Santos, algo está “diferente” na esquerda, em especial na latino-americana: “os movimentos estão reclamando a sua autonomia, suas agendas, e não passam o cheque em branco aos partidos”, analisa, ressaltando também a importância das organizações indígenas nesse novo cenário
Para Juca Ferreira a “população brasileira é praticamente prisioneira da TV aberta”: pouquíssimas pessoas têm acesso a museus, cinemas e teatros. Segundo o ministro da Cultura, mudar essa “realidade muito dura” significa, em primeiro lugar, entender a complexidade do país e suas diversas manifestações culturais
O papel das universidades é crucial. Elas precisam recuperar e produzir conhecimentos que nos permitam entender a realidade em cada território e enfrentar as mudanças climáticas nos diversos ecossistemas
Meio ambiente, cidades, justiça, violência e partidos políticos. “Se for verdade que não se propõem senão os problemas que podem ser resolvidos, estamos num bom caminho”, analisa um otimista Marcelo Ridenti acerca dos principais temas discutidos durante o 32º Encontro Anual da Anpocs
Para o eminente lingüista americano, o presidente George W. Bush “atuou como se trabalhasse para Osama bin Laden” e fez deste governo o primeiro na história do país a se declarar “oficialmente a favor da tortura”. E o futuro não é nada animador: os dois principais candidatos à sucessão estão à direita do eleitorado
“Ninguém vive bem em São Paulo. Nem os pobres nem os ricos.” Esta é a fala de quem conhece de perto os problemas da megalópole. E não acredita nas soluções miraculosas das campanhas eleitorais. “Esta cidade precisa ser pensada em escalas de tempo de 20 anos ou mais”, afirma.
Ele propõe moralizar a gestão da Prefeitura, acabar com os enclaves armados do narcotráfico e atrair grandes investimentos turísticos. Planeja até afundar navios para criar locais de mergulho. “O motivo de minha candidatura é ajudar o carioca a resgatar sua auto-estima. Quero arregimentar o que há de melhor em cada um