O excepcionalismo como essência das agressões: Estados Unidos e Israel
A síndrome do dono do mundo é detectada quando um povo e país dá-se ao direito de ser a polícia do planeta e possuir a palavra final em qualquer assunto

A síndrome do dono do mundo é detectada quando um povo e país dá-se ao direito de ser a polícia do planeta e possuir a palavra final em qualquer assunto
Os Estados Unidos, segundo maior emissor de gases efeito estufa (GEE), passará novamente a ignorar seu símbolo de águia para adotar novamente comportamento de avestruz?
A normalização dos ataques e violências relacionados a gênero e identidade como se fossem “liberdade de expressão”
A corrida por recursos e rotas no Ártico coloca em ação o realismo de Trump
A valorização do local na confecção de redes de poder extremistas de direita
Num contexto de eleição de Trump nos EUA e de prefeitos como Pablo Marçal em São Paulo, que funciona como carta coringa das forças de extrema direita, a crítica dissidente voltaria a ser sitiada, assim como as instituições e culturas capazes de produzi-las
Entre as primárias que antecedem a eleição presidencial dos Estados Unidos em 2024, a Carolina do Sul atrairá todas as atenções no próximo fevereiro. Do lado democrata, a vitória do presidente Joe Biden parece garantida; no republicano, a votação nesse estado conservador deve selar o destino dos concorrentes de Donald Trump. O único problema, mas mais geral: a maioria dos norte-americanos não quer nenhum dos dois…
Após três décadas de desenvolvimento espetacular da internet, a utopia libertária da rede mundial é a partir de agora reivindicada pela extrema direita norte-americana, em detrimento de uma esquerda – legitimamente preocupada em proteger os vulneráveis contra os ultrajantes discursos extremistas – que abandona às empresas capitalistas a tarefa de regulamentar as redes
Impacientes para renunciar aos combustíveis russos e asfixiar o Kremlin, os países europeus improvisaram soluções alternativas. Eles pagam cada vez mais caro por sua falta de preparo: disparada de preços, desaceleração econômica, novas submissões diplomáticas. Os Estados Unidos, de sua parte, esfregam as mãos…
Demissionário da Suprema Corte, o juiz Stephen Breyer oferece a Joe Biden a chance de indicar seu sucessor, que precisará ser confirmado pelo Senado. No caso, uma sucessora, já que o presidente prometeu escolher uma afro-americana. O equilíbrio do tribunal, contudo, não será muito modificado: ele continuará favorecendo as políticas conservadoras
O governo norte-americano mantém uma espécie de política industrial constante, que vincula o fortalecimento do seu mercado interno e a organização do processo econômico
A entrada da China na Organização Mundial do Comércio, em 2001, foi facilitada pela esperança dos Estados Unidos de que a liberalização econômica do país levaria à “abertura política”. Vinte anos depois, é exatamente o contrário: a desregulamentação serve a Pequim, que se apoia nas transnacionais norte-americanas para se opor às tendências protecionistas da Casa Branca