A menina mártir entre a devoção popular e o debate sobre feminicídio
Benigna Cardoso dá nome a complexo turístico em construção no Ceará. Embora seja exaltada como símbolo de pureza, sua história reacende reflexões sobre a violência contra mulheres

Benigna Cardoso dá nome a complexo turístico em construção no Ceará. Embora seja exaltada como símbolo de pureza, sua história reacende reflexões sobre a violência contra mulheres
Qual foi o impacto do movimento na última década, considerando desde a desnaturalização do feminicídio até a politização do cuidado, incluindo avanços como a legalização do aborto na Argentina e as resistências à ofensiva conservadora, com base em dados atuais e episódios recentes, como o ataque misógino a deputadas paulistas?
Tramitam no Congresso mais de cem proposições de risco para o direito ao aborto, além de proposições legislativas que buscam retroagir com leis e políticas da agenda da violência contra as mulheres, população LGBTQIA+, indígena e negra no Brasil
Uma história de transformação através de conversas com grandes nomes do pensamento feminista brasileiro
Votar contra o projeto de lei 1904/2004 é um ato pela vida de todas as mulheres que têm seu direito assassinado
Demorei mais de vinte anos da minha vida para enxergar o quanto precisamos falar sobre violência de gênero. Só que assim que comecei a vê-la, já não pude mais des-ver
Confira as resenhas dos livros “A Convidada”, de Simone de Beauvoir, “Quem tem medo do gênero?”, de Judith Butler, e “As Sete Vidas de Juarez Transamazônico”, de Nurit Bensusan
Os entraves ao ingresso das mulheres no ramo metalúrgico são estruturais. Isso é um exemplo ilustrativo da divisão sexual do trabalho, tendo em vista que o ramo metalúrgico se caracteriza por altas taxas de sindicalização, formalização e remunerações
Confira a resenha de “Material Girls: Por que a realidade importa para o feminismo”, de Kathleen Stock (Editora Cassandra)
O que penso, e que salva o filme Pobres criaturas, é que ele não é só um “Frankenstein feminista”. Dizer isso é dizer o óbvio, e pior: é dizer o óbvio de novo, depois de ter sido dito tantas vezes. Uma máxima que procuro seguir é esta: nunca dizer o óbvio. Se não tiver nada além dele para falar, então é melhor não dizer nada. E eu decidi escrever este texto porque penso que o filme é mais que isso
Nos cinquenta anos do golpe, somos chamadas a construir a memória como uma ponte intergeracional que permite aos povos “não esquecer” as atrocidades ocorridas na história recente de nosso país
Em um momento em que o feminismo capitalista de Barbie ocupa a maior parte das salas de cinema do Brasil, o IMS Paulista inaugura a mostra Arquivos, vídeos e feminismos: o acervo do Centro Audiovisual Simone de Beauvoir