Albert Camus e o absurdo da vida
Podemos atestar com segurança: Camus nos ensinou que somos “estrangeiros” nessa jornada que se chama vida

Podemos atestar com segurança: Camus nos ensinou que somos “estrangeiros” nessa jornada que se chama vida
As assimetrias entre Israel e Palestina são acentuadas nesse contexto, enfatizando a necessidade de abordagens que considerem a justiça histórica e as desigualdades presentes
Se o marxismo possui uma conexão com o idealismo alemão, ele pode ser considerado então como filosofia?
Novo game exclusivo para o PlayStation 5 dissemina ética de conduta individualista
Enquanto as questões conceituais se mantiverem como mero aparato de justificativa de horrores, a própria Filosofia continuará a servir para tudo, inclusive transformar assassinos em juízes
Nos textos anteriores que compõem a reflexão geral acerca da crise do pensamento crítico em geral, e marxista em particular, trabalhamos: 1) O difícil ato de estudar em tempos de intensificação do roubo do tempo; e 2) A falta de oxigênio do materialismo histórico dialético na atualidade. Nesta última parte, pretendemos dialogar sobre algumas possíveis saídas para esta situação que, esperamos, seja conjuntural e não estrutural
Nelson Rodrigues foi muito influenciado por Nietzsche: talvez sua percepção sobre o amadorismo no futebol seja um eco disso
Este é o segundo texto que compõe o artigo no total de três partes. Na parte 1, trabalhamos o difícil ato de estudar em tempos de intensificação do roubo do tempo. Nesta parte 2, o objetivo é refletir (auto)criticamente, sobre os dilemas do campo crítico em geral, e marxista em particular, na produção do conhecimento científico
Este artigo integra uma série de três partes: Parte 1: O difícil ato de estudar em tempos de intensificação do roubo do tempo; Parte 2: A falta de oxigênio do materialismo histórico dialético na atualidade; e Parte 3: A dialética marxista entre a asfixia e a ressuscitação
Se a IA tem a capacidade de trazer de volta imagem e voz de pessoas que já partiram, cabe questionar: a quem pertence a vida e a biografia dessas pessoas? Qual seria o impacto ético de fazê-las retornar para satisfazer aqueles que estão vivos, independentemente do quanto isso possa ser desrespeitoso com suas trajetórias?
Estamos abrindo mão de educar seres humanos plenos para formarmos apenas operários do mercado, consumidores das migalhas deixadas por essa civilização que nos retirou o gosto de viver e celebrar a vida com livros nas mãos – e não armas
Qual autoridade poderia se arvorar o poder de julgar o que pode ou não ser considerado como conhecimento filosófico ou quem pode ser ou não reconhecido como filósofo ou filósofa? Quando as mulheres, sobretudo, mulheres e homens negros e indígenas são excluídos do cânone, essa pergunta não poderia deixar de ser feita justamente porque revela uma estrutura de poder por detrás dos parâmetros institucionais que definem o que seria legitimamente filosofia