A energia, a farsa e sua vítima
Comércio, regulação, geopolítica: a rivalidade sino-americana se desenrola em todos os domínios. À medida que às trocas de farpas entre as duas potências sucedem encontros “cordiais”, parece emergir uma constante: a União Europeia é sistematicamente deixada à margem, apesar de seu alinhamento com Washington. O mesmo deve acontecer no setor estratégico da energia?

