Sudão e Gaza: ecos de um mesmo império
O padrão é o mesmo: fragmentar, explorar, dominar – e, por fim, deixar que as populações se destruam enquanto se lucra com os escombros

O padrão é o mesmo: fragmentar, explorar, dominar – e, por fim, deixar que as populações se destruam enquanto se lucra com os escombros
A chamada “transição verde”, centro das discussões e negociações da COP 30, é, na prática, uma corrida geopolítica por minerais críticos que intensifica a devastação ambiental, a militarização de territórios e a subordinação colonial do Sul Global, em uma disputa de poder sustentada pelo extrativismo predatório. Confira no quarto artigo da série Para “adiar o fim do mundo”: as verdadeiras soluções verdes brotam da terra
Como conseguir investimentos movidos por moralidade, e não por lucro? Sobretudo, o que significa aceitar o dinheiro para a proteção ambiental de quem lucra com sua destruição?
Enquanto as gerações passadas desfrutaram de períodos relativamente longos para absorver, refletir e se adaptar às mudanças, a nossa enfrenta um fluxo constante e avassalador de inovações e transformações que exigem ajustes rápidos
É imprescindível adotar uma abordagem crítica, capaz de superar dicotomias simplificadoras e reconhecer a complexidade dos processos históricos e sociais contemporâneos
É válido se questionar se essas teorias geopolíticas ainda são válidas para explicar as dinâmicas das relações internacionais, principalmente diante dos avanços tecnológicos sem precedentes que vêm sendo experimentados
Este aniversário de dois anos da AES é um momento para elogiar sua coragem e visão
A imagem é uma ferramenta de poder, uma forma de linguagem que constrói realidades, em vez de apenas refletir
Em artigo escrito para o Le Monde Diplomatique Brasil como um posfácio ao seu novo livro Ecocídio. Por uma (agri)cultura da vida, o professor Luiz Marques apresenta a publicação e os principais pontos de seu tema central: a malignidade do agronegócio para a vida na Terra
Política externa de Trump imprime outra abordagem à atuação internacional do país – mais agressiva, unilateral e histérica –, no entanto, reflete a continuidade na busca pela manutenção da supremacia internacional
Nenhuma democracia é perfeita, mas algumas são menos imperfeitas do que outras, do ponto de vista dos ‘critérios democráticos’, e algumas são ‘mais do que imperfeitas’
No atual cenário internacional, a respeito do qual tanto se fala, e pouco se inova, o BRICS PLUS pode ser algo ainda não experimentado – e como podem contribuir Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, mais Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã, com mais dez associados: Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Cuba, Nigéria, Malásia, Tailândia, Vietnã, Uganda e Uzbequistão?