A volta da asa-branca e do Brasil como potência socioambiental
Expectativa é que a agenda ambiental continue a ter papel central na esfera governamental federal, mas em direção diametralmente oposta, reconstruindo o desmonte realizado no setor

Expectativa é que a agenda ambiental continue a ter papel central na esfera governamental federal, mas em direção diametralmente oposta, reconstruindo o desmonte realizado no setor
Parlamento Europeu aprovou nova legislação que proíbe a importação de commodities oriundas de desmatamento. A norma vem em boa hora. Brasil terá de livrar-se de seus perrengues ambientais se quiser dormir em berço esplêndido
Sabemos que no atual modelo privado de água, os conflitos socioambientais continuarão crescendo no Chile, assim como a resistência das comunidades. Por quê? É simples, porque é a vida que está em jogo.
Como a geração de energia tão poluente ainda faz parte de projetos nacionais?
Embora estejamos em uma emergência climática, de norte a sul do globo governos seguem falando em ampliar as suas taxas de crescimento anuais. Entretanto, não há mais como proclamar o crescimento infinito se o planeta em aquecimento exige uma mudança sistêmica nos modos de produção e de consumo
No terceiro episódio do podcast ‘Amazônia Ocupada’, visitamos Cachoeira do Aruã, epicentro do conflito que levou à queda do ex-ministro Salles, denunciado por envolvimento em mercado ilegal de madeira
Novo podcast lançado nesta quinta-feira (15) pelo Diálogo Chino, em parceria com a Trovão Mídia, narra o processo de ocupação das florestas promovido pelos militares, atraindo imigrantes para desmatar e desenvolver a agropecuária
Do Amapá a Rondônia, do Acre ao Maranhão, do Mato Grosso a Roraima, os eventos e dados monitorados pela plataforma Sinal de Fumaça pintam um quadro de colapso socioambiental iminente na Amazônia Legal, acelerado ano a ano desde a vitória de Jair Bolsonaro em 2018.
Cada vez mais pairam dúvidas sobre a capacidade humana de garantir sua sobrevida, ao menos com qualidade, como consequência da atual perda de controle sobre o intenso metabolismo civilizatório
O Brasil não é e nunca foi um bom lugar para os povos indígenas, pelo menos não desde a invasão em 1500. A verdade é que a colonização nunca acabou. A invasão, os massacres e a guerra ainda acontecem em nosso país. Normalizamos a barbárie e nos acostumamos com ela. E a realidade da floresta e dos seus povos piora a cada dia.
A economia paralela representaria cerca de um terço da produção de riqueza na Romênia. Classificado entre os mais atingidos pelos desvios de dinheiro público na Europa, o país – que entrou para a União Europeia em 2007 – acumula escândalos, a despeito das alternâncias no poder. O exemplo da madeira permite apreender o caráter sistêmico da corrupção
O governo possibilitou a impunidade dos que praticam crimes ambientais, acabou com a participação nos conselhos de acompanhamento das políticas socioambientais e enviou vários projetos de lei ao Congresso para fragilizar o Código Florestal, viabilizar a grilagem, inundar o país de agrotóxicos, enfraquecer o licenciamento ambiental e permitir a predação das terras indígenas