Big techs, eleições e soberania na disputa pelo Brasil
O controle de empresas internacionais sobre a infraestrutura de distribuição das mensagens no meio digital torna a disputa eleitoral ainda mais vulnerável ao intervencionismo externo

O controle de empresas internacionais sobre a infraestrutura de distribuição das mensagens no meio digital torna a disputa eleitoral ainda mais vulnerável ao intervencionismo externo
O governo dos EUA atua em ataque à soberania nacional brasileira na medida em que o Brasil, historicamente subserviente aos EUA e alinhado à sua ideologia, avança em construir não apenas tecnologias nacionais, mas fortes tecnologias nacionais
Criado originalmente em 2009 com quatro membros, o BRICS vem se expandindo para refletir um mundo multipolar e promover a cooperação em áreas como economia, saúde, energia, segurança, ciência e tecnologia
A defesa da vida humana exige mais do que bravura individual: exige planejamento, investimento e vontade política
A “bússola estratégica” da qual são dotados os 27 países-membros da União Europeia fixa desde o dia 21 de março os objetivos de segurança e os meios para alcançá-los. Entretanto, longe de afirmarem a “soberania europeia” cara a Emmanuel Macron, essas diretrizes procuram complementar a Otan sem contradizer suas prioridades
A proteção de bens públicos requer uma soberania responsável. Até agora a abordagem mais utilizada são as negociações internacionais, como o Acordo de Paris ou o Protocolo de Quioto. Há também muitos exemplos de mecanismos pró-mercado que recompensam as reduções em emissões de efeito estufa e esforços em reflorestamento.
A crise grega reabre o debate sobre o financiamento das dívidas públicas e seus credores. Ressurgem as imposições do mercado internacional, penalizando a população. Países como o Japão, no entanto, têm uma dívida pública apenas interna, o que muda todo o jogo de poder