“Não temos tempo de temer a morte”: missão Covid-19
A morte da confiança nos mercados oferece oportunidade única para um Estado empreendedor

A morte da confiança nos mercados oferece oportunidade única para um Estado empreendedor
O coronavírus, que por muito tempo será erroneamente descrito como causador da recessão desta década de 20, foi para o neoliberalismo um oportuno estopim para a correção de preços da bolha financeira gigante que já era esperada a estourar, e deu uma sobrevida ao sistema que estava vendo ganhar espaço propostas alternativas, inclusive em potências como os EUA.
A formulação que separa os homens da natureza e se ancora no princípio da exceção humana é enfraquecida diante da pandemia
A ideia do isolamento vertical não é (nem nunca foi) nova no Brasil. Especialmente, quando nós relacionamos essa proposta de isolamento ao que denomino como cidadania vertical.
Não é possível pensar a questão da segurança alimentar sem nos depararmos com a vulnerabilidade das comunidades indígenas frente ao cenário de crise de saúde e sanitária que se aproxima
As consequências e os prognósticos noticiados acerca da pandemia de Covid-19 podem ser relacionadas com o debate sobre as mudanças ambientais provocadas pelos seres humanos no planeta no último século.
Derrotar Bolsonaro é fundamental para enfrentar a pandemia
Países em desenvolvimento, como o Brasil, devem evitar cair na armadilha do aumento da dívida pública
A oposição entre a dinâmica do mercado e o estado social que estruturou os debates ao longo do século XX não é mais suficiente para resumir as relações entre economia e sociedade.
A epidemia da Covid-19 terá um impacto econômico imediato, como no caso das guerras. O que distingue o novo coronavírus de uma guerra não é sua letalidade é a velocidade da sua expansão e seu impacto imediato sobre as taxas de desemprego que explodem em poucos dias.
Considerando uma média de 10% em impostos em todos os âmbitos (em especial no federal), o setor do audiovisual gerou cerca de R$ 210 mil em recursos que saíram de uma conta específica do setor e foram para o cofre geral do Estado brasileiro para financiar saúde, educação, ciência & tecnologia, saneamento básico, entre outros.
As decisões judiciais e a omissão proposital do Executivo estão do mesmo lado da história e demonstram que a natureza necropolítica do cárcere brasileiro aproveita o momento pandêmico para expandir-se.