Liberdade de imprensa ou liberdade de empresa?
Não há no Brasil liberdade de imprensa e sim de empresa. Pois, se publica o que os diretores e donos de determinada empresa editora desejam

Não há no Brasil liberdade de imprensa e sim de empresa. Pois, se publica o que os diretores e donos de determinada empresa editora desejam
O golpe parlamentar-midiático-judiciário de 2016, levado a cabo com o impeachment da presidenta, embora tendo uma confluência de vários interesses, deu voz, sobretudo, a uma nova direita no Brasil, em especial parindo o movimento neofascista que ora nos defrontamos
Essa violência, se ela realmente se suceder, virá acompanhada de uma retórica que valoriza a unidade, a pátria e a paz
Nascidos das frustrações, da decadência social da pequena-burguesia e das camadas médias após uma guerra devastadora, o nazi-fascismo de Hitler e Mussolini levou a Alemanha e a Itália a uma guerra ainda pior, a que mais matou até hoje em toda a história da humanidade
Não podemos esquecer quais grupos estão primeiro em risco em um governo Bolsonaro
Presidente da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos fala sobre dificuldades para esclarecer as violações da ditadura, problemas enfrentados desde o impeachment de Dilma Rousseff e a necessidade de revisão da Lei de Anistia, além das expectativas da continuidade dos trabalhos a partir de 2019
Reeleito para seu segundo mandato como governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) analisa as perspectivas políticas para os próximos anos, as relações de sua região, onde a esquerda saiu vitoriosa, com o futuro governo e as dinâmicas da corrida eleitoral. “Se o programa de Guedes tivesse sido apresentado, Bolsonaro perderia a eleição”.
Pinturas, gravuras, performances e happenings tensionaram a todo momento o autoritarismo e denunciaram os crimes contra a humanidade cometidos pelos militares, às vezes com imagens hiper-realistas, às vezes com um mero conceito lançado no ar, às vezes com intervenções urbanas que escrachavam o que era empurrado para debaixo do tapete social simbólico
Que ninguém se iluda. O que se ensaia no Brasil não é mera aberração sustentada por governo ocasional. Tem importância planetária, como tudo aquilo que cerca a bem-sucedida campanha eleitoral e o modo como se busca consolidar o poder uma vez conquistado.
O que se debate agora em todo o país não é uma reforma do texto constitucional vigente, mas a aprovação de um novo texto que visa a introduzir mudanças profundas na estrutura do Estado e ampliar o leque de direitos de cidadania, sem prejuízo do caráter socialista da Revolução.
O plano é cruel. Primeiro se acultura, anulam-se as identidades de um povo torturado, para depois encaixar a hegemonia europeia, branca, de costumes, de crenças, de práticas
Bolsonarismo é adoração cega por um mito que promete o novo mundo, o paraíso na terra. É histeria coletiva (ou delírio coletivo) decorrente de hipnose coletiva. É passividade diante da conjuntura histórica. É, mais facilmente, e na prática, irresponsabilidade política