Contexto político
A questão chave é: os ex-tucanos acrescentam votos para levar a vitória do PT no primeiro turno? Muito difícil. Segunda questão: os petistas farão realmente uma campanha para Lula e Alckmin ou terão vergonha dessa chapa?

A questão chave é: os ex-tucanos acrescentam votos para levar a vitória do PT no primeiro turno? Muito difícil. Segunda questão: os petistas farão realmente uma campanha para Lula e Alckmin ou terão vergonha dessa chapa?
A despeito de termos como certo que o ambiente cibernético propicia conteúdos falsos, ainda enxergamos ingenuamente a mídia corporativa como se ela funcionasse de maneira objetiva e plural. Nada mais equivocado.
A perspectiva decolonial toca menos na obra em si mesma porque o seu foco consiste em sublinhar os vetores de poder que sustentam a disseminação e recepção de determinadas obras.
Um processo tão complexo e intenso como a Convenção Constitucional não poderia ser levado adiante sem gerar resistências frontais à sua atividade. Mais ainda, seria até suspeito se seu trabalho não gerasse fortíssimas resistências entre aqueles que deverão ver ameaçadas suas posições de poder e riqueza. A prova de verificação de sua capacidade transformadora recai justamente nos ventos contrários que desperta naqueles que, por uma questão de simples lógica, deverão opor-se ao seu desenvolvimento. Mas esse antagonismo é diferente, provém de distintos campos, gera variados efeitos e emprega estratagemas díspares.
Não reconhecer a criança como um ser sexual ou até impedir que o assunto da sua sexualidade seja debatido contribui para que o tema se torne um grande tabu. Perdemos com isso a possibilidade de pensar em propostas educacionais que considerem esse aspecto tão fundamental para a constituição da subjetividade da criança. Ademais, isso me parece imprescindível em um país que registrou, em 2020, 14.000 acusações de abuso sexual infantil e que contabiliza cerca de 100 estupros de crianças e adolescentes por dia
Missão Plano Condor: exterminar aqueles que fossem considerados inimigos, subversivos perigosos para a pátria
O que antes só se vivia na guerra, agora é a vida cotidiana. Morrer é tristeza, mas também resignação
Esquecimentos acerca dos instantes mais agressivos e antidemocráticos da história brasileira escancaram a necessidade de iniciativas para estabelecer referências sobre o passado de assuntos muito populares, a exemplo do futebol e da música
A debandada do União Brasil, assim como a movimentação “para o lado” de partidos do Centrão, reforça a base do presidente Bolsonaro
O suicídio, e junto dele, práticas como o suicídio assistido e a eutanásia, suscitam a densa questão “a quem pertence a vida?” e essa é uma reflexão que não é passível e nem deve ser esgotada. Fica claro que politicamente não há autonomia para essa decisão, mas é necessário que essas práticas sejam discutidas porque precisamos debater dignidade de vida, e isto inclui pensar em cuidados e humanização da morte
No Dia Mundial da Saúde, temos pouco a comemorar, mas muito para defender: o futuro das crianças ainda não nascidas, o amparo dos grupos vulneráveis, a defesa de uma velhice digna e respeitada