Uma armadilha transatlântica
O salto do livre-comércio e do atlantismo cria o risco de obrigar os europeus a importar carne com hormônios, milho geneticamente modificado, frangos lavados com cloroSerge Halimi

O salto do livre-comércio e do atlantismo cria o risco de obrigar os europeus a importar carne com hormônios, milho geneticamente modificado, frangos lavados com cloroSerge Halimi
Desde 1938, a indústria petrolífera mexicana constituía um símbolo nacional, que a tempestade neoliberal não conseguiu derrubar. Isso terminou: enquanto o país “celebra” os vinte anos do NAFTA, o presidente Enrique Peña Nieto decidiu pela privatizaçãoJean François Boyer
De um lado, o Equador, pequeno país sul-americano. De outro, a Chevron, gigante petroleira, cujo faturamento em 2012 foi quase o triplo do PIB equatoriano. Combate desigual? Pouco importa. Quito reivindica o ressarcimento pela poluição causadaHernando Calvo Ospina
Há trinta anos, por toda a Europa, as extremas direitas vão de vento em popa. Se alguns partidos ainda empregam diatribes neonazistas, a maioria procura respeitabilidade e invade o terreno socialJean-Yves Camus
Procurando apresentar-se como um partido “fora do sistema”, o Front National reclama do desdém dos jornalistas. Porém, seus representantes, como a maioria dos políticos, usam a mídia amplamente.Eric Dupin
Primeiro apoiada na hegemonia norte-americana, depois incorporada ao capitalismo financeiro globalizado, a Europa está cada vez mais ameaçada de explodirEtienne Balibar
A questão da independência do Saara Ocidental diz cada vez mais respeito aos rumos do desenvolvimento do Marrocos. Isso porque a região, que Rabat denomina “estados do Sul”, contribuiu fartamente para as receitas de exportação do reino.Olivier Quarante
O ativismo destrutivo entrega aos fardados oficiais a única vitória real que eles podem almejar contra a indignação coletivaGuilherme Scalzilli
Neste ano, o MST, um dos principais movimentos sociais de todo o mundo, completa três décadas de luta. Para conhecer o caminho percorrido e os desafios que a organização ainda tem pela frente, conversamos com Gilmar Mauro, da direção nacionalVictoria Darling
Catástrofes climáticas espalham pelo mundo sua cota de dramas e imagens espetaculares. E colocam uma questão prosaica: quem pagará os estragos?Razmig Keucheyan
Segundo dados da ONU, mais de 50% da população mundial já vive nas cidades. Estima-se que até 2050 cerca de dois terços da população mundial habitarão áreas urbanas. Essas pessoas se veem obrigadas a moldar seu modo de vida e seus ritmos para se integrar ao contingente que vive na urbeMônica C. Ribeiro
Educar as pessoas para que mudem seus hábitos em relação ao consumo de água é salutar, mas existe uma grande diferença entre conscientizar e responsabilizar, mesmo subliminarmente, o cidadão pela ameaça de racionamento.Edson Aparecido da Silva