Diplô Online
É justo transformar tragédias reais em entretenimento?
A espetacularização da tragédia vai, aos poucos, sendo banalizada, e somente um agente ganha: a empresa proprietária do streaming
Wallace Armani critica a dominação capitalista nas organizações em ‘Por uma administração socialista’
A obra demonstra como a chamada “administração científica” é uma ferramenta de dominação que permeia todas as esferas da sociedade, das empresas às igrejas
O Brasil no coração do crime organizado transnacional
A militarização seletiva, somada à falta de inteligência integrada, produz o efeito inverso: fortalece as redes criminosas transnacionais
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Embalagens vazias de agrotóxicos contaminam comunidades indígenas e ribeirinhas
Logística reversa não chega de forma estruturada e permanente a todos os territórios, e muito menos às margens da floresta ou às aldeias indígenas
Reflexões sobre representação, experiência e ética na era da precarização
A obra de Carrère coloca em evidência questões metodológicas fundamentais sobre como abordar experiências das classes trabalhadoras sem reproduzir as hierarquias sociais que pretende questionar
PPPs na educação e a nova frente de penetração do discurso gestionário na educação em São Paulo
O projeto de PPP faz encobrir que a baixa qualidade do ensino público, da infraestrutura e da manutenção de parte das escolas públicas paulistas é resultado não do simples fato de sua gestão ser pública, mas sim de uma política pública que, em favor do aclamado arrocho fiscal, precariza e sucateia os serviços e o patrimônio educacionais
O inferno da fome no mundo das opulências
Há no mesmo mundo da opulência uma verdadeira estratégia política da fome. A fome é resultado de decisões políticas. Porém, nada deveria ser mais ético, social, político e espiritual do que saciar a fome dos pobres da terra
Palavra 18
As concubinas do sultão
Percebo que não conheço São Paulo. Acredito que ninguém conheça. Pois a cidade não se deixa conhecer. Como se precisasse esconder o rosto, ela abafa a própria voz natural, uma vibração produzida a cada instante pelo flutuar de seus habitantes.
Aqui
Os muitos dilemas da literatura policial brasileira
Os detetives Espinosa e Mandrake, aquele mais do que este, são conseqüência de uma necessidade de auto-afirmação que ainda permeia a literatura de entretenimento no Brasil.
Aqui
Do processo de organização das idéias
Alguns poderiam dizer que saber toda a história antes de escrever tira toda a graça da escrita. Mas literatura policial é um troço assim. É um artesanato com uma técnica.
Aqui
Moça de vermelho sabe morrer
AquiRodrigo Gurgel
Do processo de organização das idéias
Alguns poderiam dizer que saber toda a história antes de escrever tira toda a graça da escrita. Mas literatura policial é um troço assim. É um artesanato com uma técnica.Olivia Maia
Os muitos dilemas da literatura policial brasileira
Os detetives Espinosa e Mandrake, aquele mais do que este, são conseqüência de uma necessidade de auto-afirmação que ainda permeia a literatura de entretenimento no Brasil.Paulo Polzonoff Jr.
As concubinas do sultão
Percebo que não conheço São Paulo. Acredito que ninguém conheça. Pois a cidade não se deixa conhecer. Como se precisasse esconder o rosto, ela abafa a própria voz natural, uma vibração produzida a cada instante pelo flutuar de seus habitantes.Diego Viana
Caboclinho, subúrbio e maravilha
Nas ruas e quebradas do Recife, uma dança colorida e sincrética ganha força nova, e multiplica sensações de pertencimento, depois de mais de um século de existência. Visita às ruas por onde ele se esparrama, e aos bairros, casas e becos onde é tramadoCarolina Gutierrez
A morte é para toda a vida
Coluna revê El espíruto de la colmena (1973), primeiro filme de Victor Erice. Muito mais que homenagem ao cinema, ou debate sobre influência da TV, obra investiga o amadurecimento, em especial o trauma provocado pela noção de que teremos fimBruno Carmelo
Muito além da assistência estudantil
A mudança do perfil social das universidades, com a entrada de dezenas de milhares de jovens antes excluídos, exige uma politica ativa de igualdade. Além de habitação e transporte dignos, é preciso assegurar a todos tempo livre para estudo, amplo acesso a livros e a outros bens culturaisBruno Cava
A cultura hacker
Confundidos propositalmente, pelo pensamento conservador, com invasores de rede, hackers somos todos os que agimos para que informações, cultura e conhecimento circulem livremente. E esta ética de cooperação, pós-capitalista, vai transbordando do software livre para toda a sociedadeHernani Dimantas, Dalton Martins
Guaranis: do jejuvy à palavra recuperada
Muito além de mortes banais, os suicídios indígenas em Mato Grosso são também protesto, ritual, performance de uma cultura que sobrevive por um fio muito tênue e belo. Agora, uma campanha nacional quer defender suas terras e matas, seu tempo distinto, sua singularidade possívelFabiane Borges, Verenilde Santos
Do tambor ao toca-discos
No momento de maior prestígio dos DJs, evento hip-hop comandado por Erry-G resgata o elo entre as pick-ups, a batida Dub da Jamaica e a percussão africana. Apresentação ressalta importância dos discos de vinil e a luta para manter única fábrica brasileira que os produzEleilson Leite
Ganhando meu pão, de Máximo Górki
De que matéria, afinal, é feita a ficção ? Górki parece perguntar ? e por que ela o cativa de maneira tão impressionante e, ainda, por que o que é ficcional pode ser tão belo, apropriado, sublime e, por vezes, inapropriado, já que não se cola ao real?Isa Fonseca
Cinco aspectos da arte de citar
Citar é estar de tal forma na literatura que só a própria criatividade não é suficiente, deve-se buscar ferramentas criadas por diferentes autores, desconstruir pensamentos e identificar até migalhas espalhadas que ainda não haviam sido vistas.Renata Miloni
Palavra 17
Cinco aspectos da arte de citar
Citar é estar de tal forma na literatura que só a própria criatividade não é suficiente, deve-se buscar ferramentas criadas por diferentes autores, desconstruir pensamentos e identificar até migalhas espalhadas que ainda não haviam sido vistas.
Aqui
Ganhando meu pão, de Máximo Górki
De que matéria, afinal, é feita a ficção ? Górki parece perguntar ? e por que ela o cativa de maneira tão impressionante e, ainda, por que o que é ficcional pode ser tão belo, apropriado, sublime e, por vezes, inapropriado, já que não se cola ao real?
Aqui
Os rebeldes e os outros
Sándor Márai destila a rebeldia juvenil a partir da noção simples de “nós” e “outros” e da idéia de que o mundo “deles” está completamente errado.
Aqui
Contos do inconsciente
Freud e o estranho – contos do inconsciente, mesmo sendo irregular, não deixa de ser interessante. Em primeiro lugar, pela caprichada apresentação do volume, com notas bastante explicativas acompanhando os contos, além de comentários reunidos ao final do volume.
AquiRodrigo Gurgel
Os rebeldes e os outros
Sándor Márai destila a rebeldia juvenil a partir da noção simples de “nós” e “outros” e da idéia de que o mundo “deles” está completamente errado.Marco Polli
Contos do inconsciente
“Freud e o estranho – contos do inconsciente”, mesmo sendo irregular, não deixa de ser interessante. Em primeiro lugar, pela caprichada apresentação do volume, com notas bastante explicativas acompanhando os contos, além de comentários reunidos ao final do volume.Gregório Dantas
No fundo, a desigualdade
As análises sobre as turbulências financeiras recentes costumam omitir um dado essencial: nos EUA, epicentro da crise, a concentração de renda voltou aos níveis de 1929. O empobrecimento levou a uma espiral de dívidas — que, ao se romper, produz quebradeiras em série e ameaça a economiaFlávio Dieguez
Dom João VI, o AI-5 e a Resistência
Na luta pela independência e na superação da ditadura militar, repetem-se velhos padrões brasileiros: a tendência aos acordos conciliatórios, a recusa a mudanças radicais, uma “democracia” que esconde os conflitos. Mas há sinais de que este quadro pode estar mudandoCláudio César Dutra de Souza, Sílvia Ferabolli
Alexandra, o elemento perturbador
Em seu novo filme, Alexandre Sokurov introduz uma avó num acampamento de soldados russos na Tchetchenia. Por meio de um jogo de opostos, ele passeará por temas como as relações familiares, os desejos incestuosos, os conflitos entre Rússia e vizinhos e, em especial, a banalidade da guerraBruno Carmelo
O imposto e a nobreza carioca
Não é contra o prefeito que se volta a grita dos mais ricos. Diante das ocupações de prédios abandonados, da luta pela urbanização das favelas e de acesso dos bairros pobres aos serviços públicos, eles reagem exigindo estratificação, ordenação e hierarquização dos territórios produtivosAlexandre Mendes

