Diplô Online
O que esperar da política externa nas Eleições de 2026?
A disputa em 2026 colocará a frente dois tipos de projeto para as relações exteriores do país: um autônomo e outro dependente dos EUA
Golpe militar ou revolução?
Este aniversário de dois anos da AES é um momento para elogiar sua coragem e visão
Nenhum assassinato político deve ser comemorado
Insistir que nenhum assassinato político deve ser comemorado não significa neutralidade ou indiferença frente a disputas ideológicas. Significa, ao contrário, reconhecer que a política perde sua legitimidade quando se permite que a morte substitua o debate
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O que sobra quando a realidade é só código?
Como poderíamos provar que não estamos em uma simulação? Se podemos simular mentes, o que nos impede de sermos simulações?
O tiro de misericórdia no magistério brasileiro
Uma morte provocada pelo neoliberalismo e por um trabalho – bem-feito, convenhamos – executado minuciosamente pela extrema direita, que busca destruir qualquer coisa que tenha a ver com produção de conhecimento e cultura. O estudante se torna um custo, o professor se torna um produto barato a ser administrado e explorado até o fim
Data centers no Nordeste, minérios na África, lucros no Vale do Silício
Além de sustentar a base material da IA, as cadeias de suprimento tornaram-se também instrumentos estratégicos de disputa geopolítica entre grandes potências, que competem pelo domínio de tecnologias emergentes e pela consolidação de sua soberania tecnológica
Copa do Mundo de Clubes da FIFA e as redes multi-clubes
No novo Mundial de Clubes da FIFA, redes multi-clubes escancararam o avanço do capital financeiro sobre a propriedade de clubes de futebol
Por dentro do labirinto birmanês
Dois jornalistas num dos países mais fechados do mundo. Ditadura, corrupção, lutas secretas pelo poder — e uma influência crescente do poderoso vizinho chinêsAndré Boucaud, Louis Boucaud
Em busca das nascentes do capitalismo
Seria o sistema sob o quel vivemos uma conseqüência natural da propensão do ser humano a dividir trabalho e trocar? Para fugir deste conto de fadas, Alain Bihr sai em busca das origens do capital — e o identifica como algo que tem início e fim, como toda criação humanaAlain Bihr
A África sonha com a "segunda independência"
Quinze anos após o fim da Guerra Fria, mobilizações importantes e criativas, que se articulam em torno dos Fóruns Sociais, sugerem que o continente pode não estar condenado aos golpes de Estado, “democracias FMI”, emigração e miséria
Um publicitário chamado Ronald Reagan
Nos anos 1950, um ator de Hollywood e futuro presidente dos EUA cruzou várias vezes o país para construir uma imagem positiva da GE entre as famílias norte-americanas e os próprios funcionários da empresaSerge Halimi
A cara do "novo" capitalismo
Como a General Electric, símbolo de poder industrial e inovação no século 20, demitiu, deslocalizou a produção e financeirizou-se… mas não conseguiu superar suas graves debilidades. Um caso emblemático da regressão neoliberalOlivier Vilain
Planeta Diplô
O “Le Monde Diplomatique” ultrapassa a marca de 60 edições internacionais. Mais globalizado que qualquer outra publicação, o jornal orgulha-se de seus laços com o altermundialismoDominique Vidal
Retratos do Império, quando decadente
Temidos por seu poder e cobiça, os EUA foram também admirados, durante décadas, por sua democracia e mobilidade social. Serge Halimi sustenta que esta ilusão acabou. Para ele, vinte anos de neoliberalismo dividiram a sociedade em castas, e a política foi soterrada pelo marketingSerge Halimi
Oaxaca resiste
Num estado empobrecido do México, movimentos sociais enfrentam paramilitares e exército e propõem, como alternativa ao governador corrupto, um regime de assembléias popularesAnne Vigna
A África sonha com a “segunda independência”
Quinze anos após o fim da Guerra Fria, mobilizações importantes e criativas, que se articulam em torno dos Fóruns Sociais, sugerem que o continente pode não estar condenado aos golpes de Estado, “democracias FMI”, emigração e misériaAnne-Cécile Robert
Tempo de viver, tempo de morrer
A morte não é contrário da vida, e sim sua a conseqüência. Ao não admitirem este fato, e não legalizarem a eutanásia, os Parlamentos impõem a seres humanos sofrimentos cruéis e permitem que os médicos tenham, na prática, o direito de matarMaurice T. Maschino
Bancoc sob o cetro de Sua Majestade
Golpe de Estado e queda de Thaksin Shinawastra, o primeiro-ministro bilionário revelam um país ainda controlado pelo rei e pelos militaresAndré Boucaud, Louis Boucaud
Ásia sob tensão
Ofuscada pelo teste nuclear da Coréia do Norte, a posse do novo primeiro-ministro japonês é um fato perturbador, numa das regiões mais perigosas do mundo. Membro de um clã de direita, Shinzo Abe encarna o retorno ao militarismo nipônico, agora abençoado por WashingtonIgnacio Ramonet
A Europa já aceita a morte digna
Holanda, Bélgica, Suíça, Espanha… Os bons resultados nos países que reconhecem (e regulamentam) a eutanásia contrariam previsões catastrofistas, rompem preconceitos, arrefecem a própria oposição das igrejas. No lugar de um tabu, surge um direitoMaurice T. Maschino
A cara do “novo” capitalismo
Como a General Electric, símbolo de poder industrial e inovação no século 20, demitiu, deslocalizou a produção e financeirizou-se… mas não conseguiu superar suas graves debilidades. Um caso emblemático da regressão neoliberalOlivier Vilain
Abu Ghraib no coração dos EUA
Relatórios oficiais sobre a tortura no Iraque revelam algo assustador: atrocidades permaneceram impunes por meses, porque foram consideradas banais. Também nas prisões norte-americanas, está se tornando comum torturar, humilhar e impor tratamentos degradantesAvery F. Gordon
A máquina de fabricar histórias
Radiografia do “storytelling”, o método que procura reduzir questões complexas a histórias de vida e que, depois de conquistar a Casa Branca, espraia-se para o mundo dos negócios, as ciências sociais, o universo da internet e as próprias identidades pessoaisChristian Salmon
Outras lentes para a China
Polêmica: filósofo francês julga que é redutor enxergar a sociedade chinesa a partir dos conceitos de Liberdade e Indivíduo; e crê que as críticas à suposta repetição do projeto ocidental enxergam apenas uma parte da verdadeFrançois Jullien
A Nova (Des)Ordem Financeira
Fortalecidos por 25 anos de desregulação dos mercados, fundos globais gigantescos tornaram-se capazes de dobrar os Estados, o FMI e os grandes bancos. Por que eles se envolvem em operações cada vez mais arriscadas, a ponto de até defensores do capitalismo temerem seu poderGabriel Kolko
Como Bush está perdendo a guerra
A oposição ao conflito no Iraque já não está restrita ao movimento pacifista. Entre os próprios conservadores norte-americanos, crescem a cada dia as correntes que condenam a aventura militar do presidente e pedem o início da retiradaJeremy Brecher , Brendan Smith
O Iêmen dividido pela "guerra ao terror"
O governo procura conciliar aliança com os EUA e compromiossos com a forte oposição islâmica. Mas Washington pressiona, e as novas restrições à liberdade podem desencadear revolta popularLaurent Bonnefoy

