Diplô Online
O desastre do Rio Doce como espelho da impunidade corporativa
A COP30 não pode ser apenas um evento diplomático. Ela precisa ser um espaço de escuta dos territórios atingidos, de enfrentamento da impunidade corporativa e de afirmação de um modelo de justiça ambiental
Os caminhos da Amazônia para a COP30
Iniciativas acadêmicas e populares mostram que o protagonismo da Amazônia na COP 30 vai além da preservação da floresta
ECA Digital e o futuro da cidadania digital nas escolas públicas
O ECA Digital oferece respaldo normativo e político para que redes públicas de ensino desenvolvam protocolos internos, ampliem o diálogo com as famílias e valorizem a internet como espaço legítimo de aprendizagem
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Blowin’ in the wind
Quantas vezes pode um homem virar a cabeça e fazer de conta que, tão-somente, não está vendo nada?
O Brasil perdeu influência no mundo?
O Brasil não é uma potência, mas é um país que consegue manter um equilíbrio pragmático nas relações com esses atores
A cela de aula: quando a escola é extensão da pena
Se na escola tradicional a disciplina é uma consequência da formação, no cárcere a lógica se inverte. A educação se submete à disciplina
A psicodinâmica da heterociscompulsoriedade no contexto do tecnofeudalismo
Apesar dos avanços conquistados às custas do intenso ativismo – desestabilizando a LGBTQIAPNfobia todos os meses –, que enfrenta um verdadeiro estado de massacre da população LGBTQIAPN+, em especial da letra T – o Brasil é o país que mais mata esse grupo
Como a Europa recebe o outro
Um panorama das políticas adotadas pelos países europeus para controlar a entrada de estrangeiros em seu território, e para reconhecer (ou não…) seus direitos políticos e culturaisCláudio Bolzman, Manuel Boucher
Sob o signo do “direito de sangue”
Quase um em cada dez habitantes da Alemanha é estrangeiro. Indispensáveis na economia, eles são, porém, privados de direitos sociais e desestimulados de desenvolver sua identidade culturalAlbrecht Kieser
Teu lugar é a produção
No pós-guerra, o Estado alemão, assumiu, em nome das empresas, o papel de recrutador de mão-de-obra estrangeira. O modelo criou a figura do imigrante descartável, sem direitos sindicais e com permanência se possível limitadaAlbrecht Kieser
Algo de novo em Genebra
Em paralelo à reunião dos chefes de governo dos dois continentes, um encontro entre movimentos sociais reflete as mudanças no cenário latino-americano e debate a hipótese de um comércio internacional solidárioBernard Cassen
Quem topa produzir por menos?
Na lógica da OMC, só os preços devem regular o comércio internacional. No Caribe, isto inviabilizou a pequena produção camponesa, que assegurava ótimas condições de trabalhoSamy Archimede
Ruínas, mágoas e medo
Já não se ouvem os tiros e as lagartas dos tanques. Mas, sete anos após o fim da guerra, o país se debate com produção devastada, ódio aos políticos pró-Rússia e medo da oposição terroristaAnne Nivat
Dura batalha pela seguridade social
Num continente assolado pela pobreza, espalham-se as campanhas para transformar a Previdência em direito de todos. As políticas “de mercado” do FMI e Banco Mundial são o obstáculoAssane Diop
Crescimento sem ortodoxia
A economia nipônica ressurge. Surpresa: a causa principal é a adoção de culturas econômicas opostas às sugeridas pelo neoliberalismoSanford M. Jacoby
Os frutos do “livre” comércio
Graças às regras da OMC, o Equador atende 25% do mercado mundial da fruta. Transnacionais e oligarcas controlam a produção, humilham trabalhadores e envenenam a naturezaPhilippe Revelli
Os frutos do "livre" comércio
Graças às regras da OMC, o Equador atende 25% do mercado mundial da fruta. Transnacionais e oligarcas controlam a produção, humilham trabalhadores e envenenam a naturezaPhillippe Revelli
A demonização a Síria
Por que a Casa Branca está decidida a desestabilizar o regime de Damasco, com quem aliou-se durante toda a década de 90Eric Rouleau
Dissidentes em Moscou
Estigmatizada pelo governo Putin, a aspiração de independência da região rebelde tem, apoiadores também na RússiaAnne Nivat
Os vendedores de doenças
As estratégias da indústria farmacêutica para multiplicar lucros espalhando o medo e transformando qualquer problema banal de saúde numa “síndrome” que exige tratamentoRay Moynihan, Alan Cassels
Bem-vindos ao fim da Era Petróleo
O esgotamento das reservas é muito mais rápido que se supunha. Mas o consumo não para de crescer e podem surgir, entre os grandes importadores, disputas pelas fontes que restamNicolas Sarkis
Outra ciência é possível
Visto freqüentemente como universal, o tipo de saber científico nascido no Ocidente é apenas um dos modos de produzir e enunciar conhecimentos. E pode estar em xeque, devido ao imediatismo do capital financeirizadoJean-Marc Lévy-Leblond
Quem são os insurgentes?
Três anos depois da invasão de seu país pelos EUA, a resistência iraquiana mudou. Já não promove espetáculos brutais, como as decapitações. Mas, ao contrário do que diziam os EUA, a guerra deu vida nova à Al-QaedaMathieu Guidère, Peter Harling
O fantasma da desigualdade
Num país que se orgulhava de sua coesão social, um número cada vez maior de trabalhadores jovens vive acossado pela desigualdadeOdaira Namihei
GM, chantagem explícita
Como a maior empresa automobilística do mundo usa a ameça de demissões para impor a seus funcionários rebaixamentos de salários, aposentadorias e assistência socialRick Fantasia
Reféns da guerra trágica
A possível reeleição do presidente Uribe e a continuidade de sua “guerra total” contra as guerrilhas deixam mais distante a troca humanitária de prisioneiros com as FARCMaurice Lemoine
Caos e ira nos campos da Nigéria
Na Nigéria multiplicam-se, junto com os lucros das transnacionais petrolíferas, a revolta social e os bandos armadosJean Christophe Servant

