Diplô Online
Globalização, nacionalismo e internacionalismo
É imprescindível adotar uma abordagem crítica, capaz de superar dicotomias simplificadoras e reconhecer a complexidade dos processos históricos e sociais contemporâneos
“Chega de chacina, polícia na favela, Israel na Palestina!”
O protesto pela paz no Rio não se resume a essa única operação; é um grito contra décadas de policiamento militarizado, violência racial e negligência estrutural
Colonialismo digital: a nova fronteira da dependência latino-americana
Datacenters, inteligência artificial e a urgência em desenvolver autonomia tecnológica desde o Sul Global
Newsletter
Cadastre-se para receber os conteúdos do Diplô
Nas contrações iniciais de um século nômade
Diante do colapso ambiental e da omissão jurídica, o livro revela como refugiados climáticos expõem as faces ocultas de uma crise da civilização
Aline Bei: ‘o que me tornou leitora não foi um livro, mas a percepção, já na infância, da minha solidão particular’
Autora de O peso do pássaro morto, Pequena coreografia do adeus e Uma delicada coleção de ausências é a última entrevistada do especial do Le Monde Diplomatique Brasil
As dez pragas do capitalismo tardio e a saúde global no século XXI
A convergência entre crises econômicas, sanitárias, geopolíticas e tecnológicas exige não apenas diagnósticos lúcidos, mas respostas éticas, coletivas e sustentáveis
Ofensivas de Trump apenas vulgarizam o que as big tech já fazem desde sempre
O investimento das big tech em think tanks, grupos de pesquisa em universidades privadas, conferências de privacidade de dados e outros espaços de debate sobre tecnologia criam um ambiente de promoção da ignorância e esquecimento sobre o histórico e o presente antidemocrático das big tech
Retratos do Império, quando decadente
Temidos por seu poder e cobiça, os EUA foram também admirados, durante décadas, por sua democracia e mobilidade social. Serge Halimi sustenta que esta ilusão acabou. Para ele, vinte anos de neoliberalismo dividiram a sociedade em castas, e a política foi soterrada pelo marketingSerge Halimi
Oaxaca resiste
Num estado empobrecido do México, movimentos sociais enfrentam paramilitares e exército e propõem, como alternativa ao governador corrupto, um regime de assembléias popularesAnne Vigna
A África sonha com a “segunda independência”
Quinze anos após o fim da Guerra Fria, mobilizações importantes e criativas, que se articulam em torno dos Fóruns Sociais, sugerem que o continente pode não estar condenado aos golpes de Estado, “democracias FMI”, emigração e misériaAnne-Cécile Robert
Tempo de viver, tempo de morrer
A morte não é contrário da vida, e sim sua a conseqüência. Ao não admitirem este fato, e não legalizarem a eutanásia, os Parlamentos impõem a seres humanos sofrimentos cruéis e permitem que os médicos tenham, na prática, o direito de matarMaurice T. Maschino
Bancoc sob o cetro de Sua Majestade
Golpe de Estado e queda de Thaksin Shinawastra, o primeiro-ministro bilionário revelam um país ainda controlado pelo rei e pelos militaresAndré Boucaud, Louis Boucaud
Ásia sob tensão
Ofuscada pelo teste nuclear da Coréia do Norte, a posse do novo primeiro-ministro japonês é um fato perturbador, numa das regiões mais perigosas do mundo. Membro de um clã de direita, Shinzo Abe encarna o retorno ao militarismo nipônico, agora abençoado por WashingtonIgnacio Ramonet
A Europa já aceita a morte digna
Holanda, Bélgica, Suíça, Espanha… Os bons resultados nos países que reconhecem (e regulamentam) a eutanásia contrariam previsões catastrofistas, rompem preconceitos, arrefecem a própria oposição das igrejas. No lugar de um tabu, surge um direitoMaurice T. Maschino
A cara do “novo” capitalismo
Como a General Electric, símbolo de poder industrial e inovação no século 20, demitiu, deslocalizou a produção e financeirizou-se… mas não conseguiu superar suas graves debilidades. Um caso emblemático da regressão neoliberalOlivier Vilain
Abu Ghraib no coração dos EUA
Relatórios oficiais sobre a tortura no Iraque revelam algo assustador: atrocidades permaneceram impunes por meses, porque foram consideradas banais. Também nas prisões norte-americanas, está se tornando comum torturar, humilhar e impor tratamentos degradantesAvery F. Gordon
A máquina de fabricar histórias
Radiografia do “storytelling”, o método que procura reduzir questões complexas a histórias de vida e que, depois de conquistar a Casa Branca, espraia-se para o mundo dos negócios, as ciências sociais, o universo da internet e as próprias identidades pessoaisChristian Salmon
Outras lentes para a China
Polêmica: filósofo francês julga que é redutor enxergar a sociedade chinesa a partir dos conceitos de Liberdade e Indivíduo; e crê que as críticas à suposta repetição do projeto ocidental enxergam apenas uma parte da verdadeFrançois Jullien
A Nova (Des)Ordem Financeira
Fortalecidos por 25 anos de desregulação dos mercados, fundos globais gigantescos tornaram-se capazes de dobrar os Estados, o FMI e os grandes bancos. Por que eles se envolvem em operações cada vez mais arriscadas, a ponto de até defensores do capitalismo temerem seu poderGabriel Kolko
Como Bush está perdendo a guerra
A oposição ao conflito no Iraque já não está restrita ao movimento pacifista. Entre os próprios conservadores norte-americanos, crescem a cada dia as correntes que condenam a aventura militar do presidente e pedem o início da retiradaJeremy Brecher , Brendan Smith
O Iêmen dividido pela "guerra ao terror"
O governo procura conciliar aliança com os EUA e compromiossos com a forte oposição islâmica. Mas Washington pressiona, e as novas restrições à liberdade podem desencadear revolta popularLaurent Bonnefoy
A encruzilhada de Alan García
Marcadas para novembro, as eleições regionais e municipais no Peru serão um teste importante para o presidente eleito há poucos meses. Apoiado por uma base parlamentar que inclui a direita, ele será capaz de sustentar o discurso que lhe garantiu a vitória nas urnas?Maurice Lemoine
Mudança pela metade
Quais os poderes e limites do novo Conselho de Direitos Humanos — único resultado efetivo da “reforma das Nações Unidas”, proposta com alarde, mas bloqueada até o momentoPhilippe Texier
O Iêmen dividido pela “guerra ao terror”
O governo procura conciliar aliança com os EUA e compromiossos com a forte oposição islâmica. Mas Washington pressiona, e as novas restrições à liberdade podem desencadear revolta popularLaurent Bonnefoy
As Coréias sob pressão
O teste de arma atômica anunciado em 9 de outrubro por Pyongyang é condenável, por ampliar as tensões numa região já conturbada. Mas não se deve esquecer que as Coréias viviam uma década de reaproximação e paz — até que os EUA decidiram intervir…Ignacio Ramonet
Hollywood vê o pós-11 de setembro
Surpresa: ao contrário do que ocorreu durante a II Guerra, o cinema norte-americano não enxerga o “combate ao terrorismo” por um único ânguloMehdi Derfoufi, Civan Gürel , Jean-Marc Genuite
O século 20 foi decidido aqui
Há cinqüenta anos, a União Soviética perdia, ao invadir a Hungria, a grande oportunidade de uma desestalinização controlada. Enquanto isso, os Estados Unidos abandonavam Inglaterra e Reino Unido no Egito, e aspiravam a se tornar os reguladores da ordem mundialRoger Martelli

