Diplô Online
A Venezuela e a ofensiva Imperialista em tempos de Trump
A ofensiva imperialista de Trump contra a Venezuela é um perigo para toda a América Latina
Saúde da mulher em privação de liberdade
Negar o acesso à saúde ginecológica não é apenas uma questão de negligência. É uma forma de violência institucional que aprofunda desigualdades, compromete a dignidade das mulheres presas e fere o princípio constitucional da universalidade do SUS. Garantir esse cuidado é urgente, necessário e inadiável
A quem interessa transformar a morte das mulheres em espetáculo?
Pena de morte como palanque: o uso eleitoral do feminicídio no Brasil
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Modernidades e transnacionalidades raciais de Du Bois à Baldwin (por Raoul Peck)
Documentário Eu não sou seu negro trás reflexões sobre a supremacia branca que estrutura silenciosamente o mundo moderno.
O que esperar da política externa nas Eleições de 2026?
A disputa em 2026 colocará a frente dois tipos de projeto para as relações exteriores do país: um autônomo e outro dependente dos EUA
Golpe militar ou revolução?
Este aniversário de dois anos da AES é um momento para elogiar sua coragem e visão
Nenhum assassinato político deve ser comemorado
Insistir que nenhum assassinato político deve ser comemorado não significa neutralidade ou indiferença frente a disputas ideológicas. Significa, ao contrário, reconhecer que a política perde sua legitimidade quando se permite que a morte substitua o debate
Por que a Coréia explodiu a bomba
Assustada com as ameaças dos EUA, e interessada em garantir sua segurança sem depender da China, Pyongyang enxergou, no desgaste de Washington com duas guerras simultâneas, uma janela de oportunidade excepcionalShen Dingli
Por dentro do labirinto birmanês
Dois jornalistas num dos países mais fechados do mundo. Ditadura, corrupção, lutas secretas pelo poder — e uma influência crescente do poderoso vizinho chinêsAndré Boucaud, Louis Boucaud
Em busca das nascentes do capitalismo
Seria o sistema sob o quel vivemos uma conseqüência natural da propensão do ser humano a dividir trabalho e trocar? Para fugir deste conto de fadas, Alain Bihr sai em busca das origens do capital — e o identifica como algo que tem início e fim, como toda criação humanaAlain Bihr
A África sonha com a "segunda independência"
Quinze anos após o fim da Guerra Fria, mobilizações importantes e criativas, que se articulam em torno dos Fóruns Sociais, sugerem que o continente pode não estar condenado aos golpes de Estado, “democracias FMI”, emigração e miséria
Um publicitário chamado Ronald Reagan
Nos anos 1950, um ator de Hollywood e futuro presidente dos EUA cruzou várias vezes o país para construir uma imagem positiva da GE entre as famílias norte-americanas e os próprios funcionários da empresaSerge Halimi
A cara do "novo" capitalismo
Como a General Electric, símbolo de poder industrial e inovação no século 20, demitiu, deslocalizou a produção e financeirizou-se… mas não conseguiu superar suas graves debilidades. Um caso emblemático da regressão neoliberalOlivier Vilain
Planeta Diplô
O “Le Monde Diplomatique” ultrapassa a marca de 60 edições internacionais. Mais globalizado que qualquer outra publicação, o jornal orgulha-se de seus laços com o altermundialismoDominique Vidal
Retratos do Império, quando decadente
Temidos por seu poder e cobiça, os EUA foram também admirados, durante décadas, por sua democracia e mobilidade social. Serge Halimi sustenta que esta ilusão acabou. Para ele, vinte anos de neoliberalismo dividiram a sociedade em castas, e a política foi soterrada pelo marketingSerge Halimi
Oaxaca resiste
Num estado empobrecido do México, movimentos sociais enfrentam paramilitares e exército e propõem, como alternativa ao governador corrupto, um regime de assembléias popularesAnne Vigna
A África sonha com a “segunda independência”
Quinze anos após o fim da Guerra Fria, mobilizações importantes e criativas, que se articulam em torno dos Fóruns Sociais, sugerem que o continente pode não estar condenado aos golpes de Estado, “democracias FMI”, emigração e misériaAnne-Cécile Robert
Tempo de viver, tempo de morrer
A morte não é contrário da vida, e sim sua a conseqüência. Ao não admitirem este fato, e não legalizarem a eutanásia, os Parlamentos impõem a seres humanos sofrimentos cruéis e permitem que os médicos tenham, na prática, o direito de matarMaurice T. Maschino
Bancoc sob o cetro de Sua Majestade
Golpe de Estado e queda de Thaksin Shinawastra, o primeiro-ministro bilionário revelam um país ainda controlado pelo rei e pelos militaresAndré Boucaud, Louis Boucaud
Um olhar radical sobre a revolução
Heterodoxa e provocadora, “Socialismo ou Barbárie”, a revista de Castoriadis e Lefort, contesta a visão capitalista sobre o levante húngaro, e enxerga nos Conselhos a possibilidade de um socialismo que vai muito além da estatização das fábricasThomas Feixa
São Tomé e Príncipe: o azar do petróleo
Micro-pais de 140 mil habitantes no Golfo da Guiné, o arquipélago de língua portuguesa descobriu, na virada do século, que está sobre um manto de óleo. Tragédias da mentalidade colonial: em vez de grande oportunidade, o achado atiça desigualdades, golpes e divisõesJean-Christophe Servant
A Europa que lucra com a guerra
A indústria armamentista européia vê na conjuntura pós-11 de Setembro uma chance de ouro para lucrar. Além de incluir privatização e demissões, as mudanças no setor podem entregar parte da produção às corporações gigantes norte-americanasLuc Manpaey
Que tal pensar em segurança?
O desenvolvimento vertiginoso das tecnologias que trabalham a matéria átomo por átomo pode ser formidável esperança – ou terrível pesadelo. É hora do controle democrático sobre as pesquisasDorothée Benoit-Borwaeys
Não há fronteira que não se ultrapasse
“Só existe fronteira para essa plenitude de, enfim, ultrapassá-la e através dela compartilhar plenamente as diferenças. A obrigação de ter de invadir qualquer fronteira, sob o impulso da miséria, é tão escandalosa quanto os fundamentos da miséria em questão”Edouard Glissant
Outras lentes para a China
Polêmica: filósofo francês julga que é redutor enxergar a sociedade chinesa a partir dos conceitos de Liberdade e Indivíduo; e crê que as críticas à suposta repetição do projeto ocidental enxergam apenas uma parte da verdadeFrançois Jullien
A Nova (Des)Ordem Financeira
Fortalecidos por 25 anos de desregulação dos mercados, fundos globais gigantescos tornaram-se capazes de dobrar os Estados, o FMI e os grandes bancos. Por que eles se envolvem em operações cada vez mais arriscadas, a ponto de até defensores do capitalismo temerem seu poderGabriel Kolko
Como Bush está perdendo a guerra
A oposição ao conflito no Iraque já não está restrita ao movimento pacifista. Entre os próprios conservadores norte-americanos, crescem a cada dia as correntes que condenam a aventura militar do presidente e pedem o início da retiradaJeremy Brecher , Brendan Smith

