Diplô Online
Tentativa de golpe de 2023, não acabou
O povo vai às ruas para derrotar o golpe e anuncia a primavera da democracia
A questão da política externa de Trump e o ataque ao Pix
O governo dos EUA atua em ataque à soberania nacional brasileira na medida em que o Brasil, historicamente subserviente aos EUA e alinhado à sua ideologia, avança em construir não apenas tecnologias nacionais, mas fortes tecnologias nacionais
A escola é capaz de educar os afetos políticos?
Educar os afetos políticos é possível e urgente – não como controle emocional para gerar mais produtividade, mas como caminho de fortalecimento da convivência democrática
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O que é a verdade diante da inteligência artificial?
Quando o real e o falso se confundem, manter a confiança em nossas percepções é um desafio urgente. O que vemos é realmente confiável?
Trump ressuscita o imperialismo: o retorno da guerra total
Enquanto os Estados Unidos anunciam o maior orçamento militar de sua história e impõem novas barreiras comerciais a dezenas de países, cresce o alerta sobre a reconfiguração do imperialismo em escala global. Inspirado na obra da revolucionária Rosa Luxemburgo, Antonio Mota, analisa como o tripé formado por militarismo, protecionismo e repressão social — central no expansionismo alemão do fim do século 19 — reaparece com força nos governos de Donald Trump. Entre navios de guerra e caças de última geração, o imperialismo se atualiza, mas segue operando em favor dos interesses da burguesia global.
As marmitas amassadas como centro do mundo
A obra Marmitas Amassadas (2025) materializa a verve de rebeldia do autor. Trata-se de um balanço de sua trajetória, apresentado em forma de miscelânea, em meio a uma era dominada por edições de luxo, definitivas e omnibus. Mas, afinal, quem foi que disse que as periferias não são o centro do mundo?
Por que o debate público sobre o Plano Nacional de Educação (2024-2034) é urgente?
Como podemos garantir uma educação de qualidade, uma aprendizagem equânime e uma redução das desigualdades sociais?
A Publicis no poder
O quarto maior grupo de comunicação do mundo guarda relações estreitas com a mídia, freqüenta os círculos do poder e exerce grande influência nas grandes questões – e nos grandes negócios – da EuropaMarie Bénilde
O avanço da destruição do Estado
Num caminho sem volta, as reformas liberais constroem, passo a passo, um novo mundo da concorrência, com um Estado raquítico e desprovido de políticas sociaisSerge Halimi
Entre ameaças externas e bloqueios internos
Seria possível condenar a política de agressão permanente do governo norte-americano em relação a Cuba e, ao mesmo tempo, lembrar as violações das liberdades políticas na ilha sem ser objeto de um fogo cruzado de críticas?Janette Habel
Imagens e carrascos
Uma guerra colonial caracteriza-se pela arrogância dos invasores, por sua convicção de terem origem numa categoria superior, pelo desprezo pelo colonizadoIgnacio Ramonet
Um mestre sem piedade
A revisão e a revelação da obra de Francis Bacon, numa exposição que engloba, de maneira concisa, a obra de uma longa vidaJohn Berger
Do sonho imperial ao lamaçal iraquiano
O consenso em favor da guerra, fabricado pelo pavor pós 11 de setembro, transformou-se em profunda crise de legitimidade do poder norte-americano. Amplificam-se as críticas à política de Bush, e o futuro imperial dos Estados Unidos depende agora das eleições deste anoPhilip S. Golub
O desejo asfixiado, ou como as indústrias culturais liquidam o indivíduo
A sociedade hiperindustrial, através da indústria cultural, promove o controle íntimo dos comportamentos individuais, acarretando uma miséria simbólica que ameaça as capacidades mentais, intelectuais, afetivas e estéticas da humanidadeBernard Stiegler
Os trabalhadores e o serviço público
Após um acidente de trem da companhia ferroviária Ouest-Etat, então recém-nacionalizada, diretor do jornal ’L?Humanité’, escreveu este artigo, em 19 de fevereiro de 19111 , que parecia antecipar o que viria quase um século depoisJean Jaurès
O crime da esterilização forçada
O maior crime da administração Fujimori continua sem grande repercussão e sem punição dos responsáveis: uma política eugenística que provocou a esterilização forçada de mais de 300 mil mulheres, evidentemente pobres e indígenasFrançoise Barthélemy
Energia elétrica: a grande liquidação
O governo francês prepara as condições para a privatização do setor de energia, submetendo-se ao bombardeio ideológico que prega que o público é sempre ineficiente, e o privado, sempre o modelo de eficácia. Mas quem já convive com a liberalização experimenta apagãos e tarifas altasErnest Antoine
Duas gerações de atentados suicidas
Concebido como método de guerra contra o ocupante israelense no Líbano, o atentado suicida surgiu em 1982, criado pelo Hezbollah xiita libanês. De lá para abril de 2000, de 16 passou-se a 39 atentados por ano, espalhados por mais de 34 países ou zonas de crisePierre Conesa
Na sombra do muro de Sharon
Enquanto o exército israelense continua a matar (160 palestinos em abril e maio) e a destruir casas, segue a construção do muro, ao lado do qual se instalarão zonas industriais que cortarão o Estado palestino em quatro pedaços, privando-o de qualquer viabilidadeMeron Rapoport
A via estreita do Paquistão
O presidente paquistanês, general Moucharraf, procura manter um equilíbrio frágil entre as exigências americanas e sua intenção de manter os islamitas sob controle. Mas o futuro do jogo político depende, fundamentalmente, do diálogo com a Índia – que entra em nova fase com a vitória do partido de Sonia GandhiJean-Luc Racine
O "politicídio" dos palestinos
O desejo da sociedade israelense, tanto à esquerda como à direita, de anexar o centro histórico do judaísmo na Cisjordânia, mas não seus moradores árabes, aumentou as contradições existenciais de Israel e é o que explica a derrota de Sharon no referendo interno do LikudBaruch Kimmerling
Para cumprir a Declaração de Independência
No inicio de maio, em Ramallah1 , jovens músicos palestinos deram um Concerto sob a direção do Daniel Barenboïm. Ao receber um prêmio no parlamento israelense, o maestro – que fundou, com Edward Said uma escola para os jovens músicos, judeus e árabes do Oriente Médio – explicou que o ato queria expressar as esperanças de pazDaniel Barenboïm
O desejo asfixiado,ou como as indústrias culturais liquidam o indivíduo
A sociedade hiperindustrial, através da indústria cultural, promove o controle íntimo dos comportamentos individuais, acarretando uma miséria simbólica que ameaça as capacidades mentais, intelectuais, afetivas e estéticas da humanidadeBernard Stiegler
A música francesa e a diversidade cultural
O fenômeno da defasagem e de frieza da mídia diante da diversidade da produção musical nunca esteve tão evidente em um mundo submetido à influência massacrante de cinco gravadoras multinacionaisJean Ferrat
Uma regressão do mundo árabe
A degradação da situação da Palestina torna-se terreno fértil para a até então marginal propaganda anti-semita no mundo árabe, suscitando inclusive o renascimento do panfleto czarista “Protocolos dos Sábios do Sião”Dominique Vidal
Mirando a ordem midiática
Enquanto a mídia começa a ocupar o centro dos debates e das mobilizações contra as regressões neoliberais, seus guardiães sentem-se acuados e se empenham em convencer a todos que defendem o pluralismo e a independência do jornalismoHenri Maler
Altermundialistas por toda parte
Ninguém mais pode continuar acreditando na fábula da “impotência pública” diante da globalização neoliberal. O movimento está em busca da construção de uma alternativa, identificando os locais de poder e atuando em todos os níveisJacques Nikonoff

