O que aprender com a educação japonesa em tempos de crise do ensino brasileiro?
Nos últimos quatro anos, aumentaram em 4 milhões o número de matrículas de discentes estrangeiros no Japão em cursos de graduação e pós

Nos últimos quatro anos, aumentaram em 4 milhões o número de matrículas de discentes estrangeiros no Japão em cursos de graduação e pós
Lugar de negro na cultura filosófica nacional foi até ontem praticamente lugar nenhum
Em 1960, no auditório Unesp em Araraquara, Jean-Paul Sartre pronunciou uma conferência sobre a relação entre o marxismo e o existencialismo
A apreciação das ações que discutem a proibição de requerimentos individuais de autorização de cursos de medicina e o respectivo aumento de vagas envolve a quantidade de profissionais médicos a serem formados, a qualidade da formação, a concorrência entre as instituições de ensino superior e a concentração de mercado
Advogado envolvido em defesa da adolescente negra observa que, “quando você atribui à educação um papel de repressão ao racismo, você está empobrecendo as possibilidades que a educação tem”
Recursos disponibilizados pela atual gestão ainda não são suficientes nem para a manutenção do que se tem, quanto mais para garantir qualidade e bem-estar para estudantes e docentes em todas as etapas de ensino
O Ministério da Educação tem agido como numa “operação tartaruga”, sem concluir os processos de autorização que estão sob sua análise e sem decidir muitos que chegaram ao seu fim e aguardam apenas a emissão da portaria de autorização
Como o indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional nos proporciona algumas analogias sobre um sistema educacional incapaz de decifrar a complexidade e de preencher o vazio que incita
A ação coordenada de muitos países acertou ao impor limites ao capital, como criminalizar a mão de obra infantil, e acerta agora quando protege as crianças da voracidade publicitária. Porém, quando se trata de impedir que o mesmo capital explore o olhar e se aproprie dos dados mapeando o desejo das crianças – e dos adultos –, os governos ainda se omitem
Devemos nos questionar sobre o porquê do não lugar da defesa da EJA, inclusive nas pautas e até nas mobilizações em defesa do Ensino Médio. Onde está situada essa modalidade no debate da educação na atualidade?
Sob o pretexto de valorizar “experiências extraescolares”, reforma pode se tornar política de desescolarização de adolescentes
Como a educação pode transformar a realidade sem mobilizar as forças sociais, coletivos e massas e sem formar, desde as escolas, esses agentes da mudança?