Na linguagem do povo
Aqueles que se organizam para a defesa da democracia e dos direitos que estão sendo suprimidos não encontram uma linguagem capaz de sensibilizar a maioria do povo e são ignorados pelos grandes meios de comunicação.

Aqueles que se organizam para a defesa da democracia e dos direitos que estão sendo suprimidos não encontram uma linguagem capaz de sensibilizar a maioria do povo e são ignorados pelos grandes meios de comunicação.
Bolsonaro e Daciolo são perigosos pelo seu potencial de minar a democracia pelos signos que oferecem aos fanáticos, atuando no campo das fantasias direitistas
Diferentemente do que aconteceu em 2013, 2014, 2015 e 2016, quando as ruas foram ocupadas por manifestações das mais diferentes matizes ideológicas, desta vez, com uma situação política institucional e social muito mais dramática, as ruas se encontram vazias
As eleições legislativas realizadas no Líbano no dia 6 de maio consagraram o campo pró-Hezbollah. Apresentadas à margem das grandes formações, as listas pluralistas da sociedade civil não tiveram o resultado que suas diversas mobilizações ambientalistas permitiam imaginar. O problema da coleta e do tratamento de lixo permanece
Crítico dos novos tempos na profissão, o carioca fala sobre ódio nas redes sociais, decadência da cobertura esportiva e atuação do Brasil na Copa do Mundo da Rússia
Em um estado muito pobre como a Louisiana, manchado por vazamentos de petróleo, a maioria da população vota em candidatos que combatem os benefícios sociais e a proteção ambiental. Socióloga, Arlie Hochschild investigou esse paradoxo. Meses depois da publicação de seu estudo, Donald Trump ganhou com ampla vantagem as eleições na Louisiana
Esta eleição se diferencia de outras da Nova República porque terá um aspecto central: a restauração de uma concepção pública de Estado em contraposição à forma privada hegemonizada pelo mercado financeiro que se instalou depois do impeachment
A esquerda norte-americana encontra aliados inesperados em sua luta contra Donald Trump: os serviços de inteligência. Em guerra aberta contra o atual presidente, a quem acusam de conluio com a Rússia, estes não hesitam em se apresentar como a última trincheira da democracia. É preciso, contudo, ser acometido de amnésia para aceitar tal discurso…
Sabemos que a corrida eleitoral vai ser acirrada. Não tanto pelos candidatos fortes que temos, mas muito mais pelas disputas narrativas empreendidas por seus eleitores e os inúmeros veículos de comunicação. A arena certamente será o WhatsApp, que vem se tornando também importante substituto de veículos tradicionais de comunicação
Há mais de um ano a imprensa norte-americana se esforça para demonstrar, sem elementos comprobatórios, que o presidente dos Estados Unidos deve sua eleição às fake news fabricadas por Vladimir Putin; Macron parece tomado pelo mesmo tipo de obsessão, a ponto de esperar conjurá-la por um dispositivo tão inútil quanto perigoso.
Frente às eleições deste ano, qual o programa que vai ser defendido pela direita, pelas elites, na campanha eleitoral que se inicia? Quais serão suas propostas para enfrentar o desemprego e o subemprego de 26 milhões de brasileiros; para combater a pobreza que aumenta com as políticas de austeridade; a perda de nossa soberania?
Por muito tempo, os Estados toleraram todas as infrações cometidas pelas indústrias digitais, seja em termos de fiscalização, propriedade intelectual ou vida privada. Era preciso ser “rápido e quebrar coisas”, nas palavras de Mark Zuckerberg. Mas a correlação de forças mudou. A questão não é mais saber se a atividade desses grupos será regulamentada, mas como