Uma pequena história da corrupção e do petróleo
O fenômeno da corrupção está longe de ser exclusivamente brasileiro, principalmente quando envolve questões petrolíferas

O fenômeno da corrupção está longe de ser exclusivamente brasileiro, principalmente quando envolve questões petrolíferas
Há cerca de dez anos, ser socialista nos Estados Unidos ainda era um trabalho para abnegados. A candidatura de Bernie Sanders nas primárias democratas de 2016 – quando ele surpreendeu as expectativas, mas perdeu a indicação para Hillary Clinton – tornou essa opção menos ingrata, assim como testemunha a narrativa de uma nova experiência militante
Nem a eleição de um bilionário nem o forte crescimento econômico impediram a alta na popularidade de personalidades que se proclamam socialistas nos Estados Unidos. A desigualdade de renda e a precariedade do emprego explicam esse paradoxo aparente. Porém, no século XX, quando o capitalismo norte-americano também não tinha um caráter social, poucos o combatiam
Asfixiando economicamente o Irã com a ajuda dos capitais e das grandes empresas ocidentais (coagidas e submissas), Washington acha que seu embargo obrigará Teerã a capitular. Esperam, pois, uma reação iraniana que em seguida apresentem, triunfalmente, como uma agressão a exigir a “resposta” norte-americana.
Trinta e cinco anos depois da sua retirada de cena, os militares brasileiros estão de volta, em 2019, e parecem decididos a governar de novo. Mas se for o caso, terão que se enfrentar e responder aos novos desafios do Estado brasileiro
Fatos apontam para dois processos em curso: a desaceleração econômica e o insuflar da bolha. Confira a seguir novo artigo do Observatório da Economia Contemporânea
Mais de vinte pessoas foram mortas em 16 de janeiro de 2019 em um atentado contra um hotel de Nairóbi. Na competição por investidores que o opõe à Tanzânia, o Quênia sofre com a insegurança. Pilar histórico da cooperação sino-africana, o país de Julius Nyerere é cada vez mais palco de um enfrentamento econômico entre China e Estados Unidos
As relações entre o governo de Israel e os judeus dos Estados Unidos estão cada vez mais distantes. Enquanto o primeiro aprofunda sua opção pela extrema direita, os segundos ancoram-se mais e mais no campo progressista, fustigando a ocupação e a colonização – políticas apoiadas pela Casa Branca
A renegociação do Nafta trouxe alívio para os quatro dirigentes envolvidos. Trump precisava de uma vitória antes das eleições de meio de mandato. Trudeau queria impedir que o processo se fragmentasse em conversas bilaterais. Peña Nieto sonhava com uma vitória antes de deixar o cargo. E, para Obrador, o acordo significa que não terá de enfrentar a inquietação dos mercados
A eleição legislativa de 6 de novembro próximo marcará uma nova etapa da polarização política dos Estados Unidos, esse turbilhão que precipitou nos últimos dois anos a desestabilização da ordem internacional. A votação determinará o destino do ocupante da Casa Branca.
Investigação realizada pelo canal catari Al Jazeera revela os métodos dos grupos de pressão norte-americanos favoráveis a Israel. Entretanto, preocupado em não se isolar dessas organizações em sua disputa com a Arábia Saudita, o Catar congelou a exibição da reportagem
Não houve nenhuma tratativa sobre as relações internacionais do pós-Guerra Fria; o vitorioso segue arbitrando unilateralmente questões sensíveis; o derrotado segue sendo ameaçado