Houve um ano chamado 2020
Gostaríamos de acreditar que os 700 mil mortos da pandemia impediriam o retorno desse projeto ao poder. Mas como nos lembra Butler, nem todas as vidas são tratadas como passíveis de luto. Para que uma vida importe, é preciso que a sociedade a reconheça como tal e os fatos narrados neste texto mostram como esse reconhecimento é sempre disputado e, muitas vezes, contraditório

