Agenda Propositiva das Periferias
Pesquisa elabora propostas visando a melhoria das condições de vida das moradoras e moradores das periferias

Pesquisa elabora propostas visando a melhoria das condições de vida das moradoras e moradores das periferias
A geografia da morte não é aleatória. Quanto mais descartável o corpo, mais apartado da cidade será enterrado. Nos cemitérios centrais, como Consolação e Araçá, estão enterradas famílias tradicionais da cidade de São Paulo
A direita popular, de Ademar de Barros, Jânio, Maluf e Russomano, está numa encruzilhada: confirmará sua decadência ou ocupará o lugar da esquerda na polarização eleitoral?
Segundo episódio da série especial de três episódios analisa as mudanças que ocorreram nas periferias de São Paulo nas últimas décadas. Uma parceria Le Monde Diplomatique Brasil e Fundação Tide Setubal. Ouça em seu player favorito ou nesta postagem.
Entrar nas universidades inseriu os jovens das quebradas num processo de conhecimento e reconhecimento de quem somos. “A questão não é que não sabíamos que éramos pretos e pretas, mas dentro da universidade com brancos ricos, fica escancarado o processo de desigualdade e discriminação de um país racista”. Esse é o tema do segundo artigo do especial “Periferias de São Paulo: cotidianos, conflitos e potências”, uma parceria do Le Monde Diplomatique Brasil e Fundação Tide Setubal
Primeiro episódio da série especial do podcast Guilhotina que analisa as mudanças que ocorreram nas periferias de São Paulo nas últimas décadas. As entrevistadas são Kátia Ramalho Gomes e Teresa Caldeira. Ouça em seu player favorito ou nessa postagem
Primeiro artigo da série especial “Periferias de São Paulo: cotidianos, conflitos e potências” traz uma discussão sobre as trajetórias das pessoas que vivem nesses territórios e também sobre a atuação política a partir dessa categoria. Este especial é uma parceria entre Le Monde Diplomatique Brasil e Fundação Tide Setubal
Está se formando uma nova geração de jovens das periferias que usam seu tempo na escola secundária e na universidade para formar novas redes, criar espaços alternativos para produção intelectual e cultural e formar coletivos onde elaboram novas subjetividades
Grupos da sociedade civil seguem fortes e solidários no estado de São Paulo apesar de todas as dificuldades, muitas vezes tendo que suprir a ausência do Estado, mas participando dos esforços para fazer as ações governamentais chegarem às comunidades
Em entrevista, a vereadora paulistana Juliana Cardoso (PT) analisa as possibilidades de impeachment do presidente Bolsonaro, o aumento da violência doméstica na pandemia e as políticas públicas que, sobretudo nas periferias, precisam urgentemente ser tomadas no combate à Covid-19
As próximas eleições municipais se dão num contexto extremamente negativo. Desde que encerraram a fase distributiva e inclusiva, em 2014, é o sétimo ano de paralisia econômica e de caos político, com volta da fome, elevação da mortalidade infantil, destruição ambiental e uma economia que entra em 2020 com o nível de produção que regrediu, em termos reais, para 2012.
Pesquisa revela que cidadãos de São Paulo tendem a desconfiar das instituições nas quais têm mais ferramentas para interferir: aquelas vinculadas ao Poder Executivo e ao Legislativo. Apesar de os ocupantes de Câmara Municipal e Prefeitura serem eleitos diretamente pela população e estarem sujeitos a maior escrutínio público, os paulistanos confiam menos em tais instituições que em Forças Armadas, Polícia e Judiciário.