Fronteiras fechadas, vozes abertas
Integrar esses trabalhadores a sistemas produtivos formais não é apenas uma questão de justiça, mas também de eficiência

Integrar esses trabalhadores a sistemas produtivos formais não é apenas uma questão de justiça, mas também de eficiência
Livro reúne discursos de Vargas e reabre o debate sobre o papel do Estado, do trabalho e da soberania no Brasil contemporâneo
Resposta ao presidente da FIEMG e à lógica empresarial que transforma a informalidade em virtude e os direitos em obstáculo
Estamos presenciando a utilização e instrumentalização de tecnologias do século XXI para restaurar relações de trabalho típicas do início do século XIX, caracterizadas pela ausência de direitos e proteção social
Em nome da “produtividade”, empresas de tecnologia negligenciam a saúde de seus trabalhadores e trabalhadoras, o que pode ser agravado pelo uso de inteligência artificial
Eles estão integrados ao cenário urbano da mesma forma que os semáforos que ocasionalmente ignoram. Trabalhadores de aplicativos personificam para as plataformas o futuro de um trabalho fora do emprego assalariado e, portanto, sem direitos. A regulamentação europeia, debatida e combatida com firmeza, reformulará as condições atuais?
Recontar a condição operária de dentro para fora parece estar despertando ultimamente um renovado interesse
Assim como as escolas de gestão ensinam a fazer o melhor uso dos meios financeiros ou das possibilidades de mercado, os novos administradores aprendem a gerir o ser humano, reduzido à categoria de um recurso como outro qualquer. E jogam com as emoções (empatia, cumplicidade, prazer, mas também medo e estresse) para atingir seus objetivos. Tudo decorre do “efeito Hawthorne”…
Boicote das contas de luz, greve nas docas, correios, fábricas e ferrovias: no Reino Unido, o “verão do descontentamento” continua neste outono, enquanto o país mergulha na crise econômica e política. No cargo desde 6 de setembro, a primeira-ministra Elizabeth Truss levou apenas 44 dias para anunciar sua renúncia…
Quando vejo minha mãe hoje, seu corpo destruído pelos quinze anos de trabalho duro numa linha de produção, com dez minutos de pausa para ir ao banheiro de manhã e de tarde, sou tomado pelos resultados concretos e físicos da desigualdade social. Entretanto, mesmo a palavra desigualdade é um eufemismo que obscurece a realidade da violência nua e crua da exploração. Quando uma mulher envelhece, seu corpo revela a verdade da existência das classes
Movimento Nacional dos Trabalhadores Sem Direito, lançado neste mês de maio, quer discutir precarização, desamparo e informalidade no Brasil