O que é o vírus e quem nós somos?
Ao questionarmos sobre a origem da pandemia, caímos novamente em uma pergunta cada vez mais longe de ser respondida

Ao questionarmos sobre a origem da pandemia, caímos novamente em uma pergunta cada vez mais longe de ser respondida
Como esperado, são os governos que estão tomando a dianteira nas tentativas de reorganização social neste momento de pandemia. E diante da necessidade urgente de ação fica mais evidente os tipos de ações tomadas de acordo com os tipos de governos e regimes políticos de cada país.
A junção entre pandemia e hiperconexão nos dá a oportunidade de transmitir e assistir o sofrimento em tempo real. Os efeitos dessa novidade precisam ser explicitados para que possamos compreender as camadas subjetivas da crise do coronavírus.
A discussão a respeito da internação compulsória de indivíduos portadores de doenças infecciosas já ocorria para casos de tuberculose, por exemplo. Há numerosas recomendações e decisões judiciais que permitem o internamento compulsório para a continuidade do tratamento contra a referida doença. Também nas circunstâncias atuais, de guerra contra o Covid-19, o direito à saúde coletiva se sobressai ao direito à liberdade individual dos que estão contagiados ou com grave suspeita de contágio pelo Sars-CoV2.
Qual o fator que prevalece sobre o mercado de trabalho com vistas à manutenção do nível de emprego: redução de custos e queda na demanda? Mais um artigo imperdível do Observatório da Economia Contemporânea
Apesar de praticamente todo o mundo desenvolvido estar fazendo grandes pacotes de intervenção na economia, no Brasil uma parte ainda defende ajuste fiscal e controle das contas, mesmo nessa situação de calamidade.
Agora com a pandemia do coronavírus, a desestruturação do Estado e dos serviços públicos, comandada por Paulo Guedes, assim como o comportamento irresponsável, errático e alucinado de Bolsonaro, adentrando o campo da insanidade mental, colocam em risco a vida de milhares de brasileiros
É impressionante a irresponsabilidade daquele que ocupa a chefia da nação e que deveria nos conduzir com sobriedade nesse momento tão difícil
A pandemia do coronavírus expõe as fraquezas e as vísceras do liberalismo econômico que é incapaz de propor políticas públicas que salve vidas. Ao contrário, defende a aplicação de um individualismo autodestrutivo, que arruína o coletivo, do qual o próprio indivíduo faz parte.
A possibilidade de revisão e rescisão dos contratos diante de eventos extraordinários deve ser lembrada nesses dias atuais em que a população ficará em isolamento.
Bolsonaro cruzou o Rubicão da falta de bom senso, do desprezo e da falta de dignidade para com o cargo
Sociedades só colapsam com epidemias, como o Covid-19, quando já estão muito doentes.