Giovanni Ghilardi aborda cinemas de rua de São Paulo com diferentes narradores
Lançado pela Cachalote editora Projetores Paralelos da autora explora com características próprias o audiovisual

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O ataque dos Estados Unidos à Venezuela, país que faz fronteira com o Brasil, deve acender um alerta sobre a proteção da democracia brasileira em ano eleitoral
Dados parecem indicar um menor interesse dos parlamentares pela ciência em si, uma vez que as universidades oferecem maior alcance, sobretudo por meio de projetos de extensão
A Venezuela foi atacada por Trump por dois motivos. Primeiro, pelo interesse econômico em controlar as jazidas de petróleo sob controle estatal. Segundo, pelo interesse político em promover a mudança de um governo contrário a Washington. E o Brasil? Será o próximo da lista?
A política externa se expressa tanto pelo discurso quanto pelos silêncios, especialmente em contextos de forte assimetria de poder. As reações moderadas do Brasil às sanções dos EUA contra a Venezuela revelam não mera cautela diplomática, mas os limites estruturais de autonomia de países inseridos de forma subordinada na ordem internacional
A invasão da Venezuela funciona, assim, como advertência e laboratório
É urgente pensar como construir uma proposta para um anti-imperialismo que se preocupa com a liberação dos povos verdadeiramente e não com o standing relativo de diferentes impérios, ou que é apenas um contra-projeto de masculinismo imperial
No contexto atual de fragmentação geopolítica, a próxima liderança da ONU precisará atuar como uma ponte capaz de conectar as demandas urgentes do Sul Global às estruturas de poder das grandes potências
A Venezuela não provocou a autoridade ou a soberania dos Estados Unidos, tampouco cometeu atos que ameaçassem diretamente a integridade territorial, política ou humana do Estado norte-americano. Não houve violação de direitos de cidadãos estadunidenses nem qualquer ação concreta que pudesse ser enquadrada como ameaça existencial à segurança dos EUA
Você já se perguntou como é a sua relação com os produtos artísticos e culturais na contemporaneidade? Será que ela se tornou mais dinâmica, veloz e, por que não, superficial?
O debate sobre ações afirmativas raciais no Brasil permanece no centro das disputas políticas, jurídicas e institucionais que atravessam a democracia brasileira. Longe de se tratar de uma política pacificada, as cotas raciais seguem sendo alvo de tentativas sistemáticas de esvaziamento, reinterpretação restritiva e ataque frontal, mesmo diante de seu reconhecimento constitucional e de evidências consolidadas sobre sua importância na redução das desigualdades raciais
Cidades destruídas pela guerra colocam em xeque não apenas a capacidade técnica da arquitetura e do urbanismo, mas também seus fundamentos éticos, políticos e sociais. Diante da devastação, projetar deixa de ser um exercício abstrato e passa a lidar diretamente com perda, memória e sobrevivência coletiva