O que está por trás da “austeridade” como política econômica
Resenha do livro de Mark Blyth. Austeridade: a história de uma ideia perigosa. São Paulo: Autonomia Literária, 2017. 375 p.

Resenha do livro de Mark Blyth. Austeridade: a história de uma ideia perigosa. São Paulo: Autonomia Literária, 2017. 375 p.
Inserção do país na esfera da paz internacional é míope e subalterna. Por um lado, pauta sua inserção no mero envio de tropas ao terreno para conter as expressões mais superficiais da violência. Por outro, a inserção é subalterna pois o Brasil se submete ao papel que lhe é reservado nas operações de paz enquanto instrumento da manutenção de uma ordem internacional (neo)liberal
Com um aporte de cerca de 53 milhões de reais, de 2008 a 2015, em uma das maiores produtoras de armamento do mundo, a gigante Forjas Taurus, BNDES tem política contraditória ao seu guia de financiamento sobre comércio de armas
O aumento de vendas de armas entre Brasil e Arábia Saudita coincide com o início da guerra civil no Iêmen, em 2015. No Iêmen, quase 80% de sua população, 19 milhões de pessoas, precisam de algum tipo de ajuda humanitária, sete milhões estão à beira da fome e mais de 680 mil casos de cólera já foram confirmados
Comissão de sindicância interna da Esalq, tradicional escola de agricultura da USP, é criada para investigar atividade acadêmica organizada pelo professor Marcos Sorrentino em conjunto com o MST
Enquanto o falso-moralismo mobiliza a opinião pública, a PEC 181 que proíbe interrupção da gravidez mesmo em casos de estupro é aprovada, deputados pedem a condução coercitiva de um artista e a filósofa estadunidense, Judith Butler, é agredida em um aeroporto: é a violência fascista acusando as artes e o pensamento crítico de serem cruéis
Temos muito a comemorar com o fracasso do socialismo russo. Graças a ele o capitalismo deu certo, sem contradições. E a propagada ideia de liberdade se tornou presente nos abrigos das sociedades sem fins lucrativos. O terceiro setor abre-se para o horizonte de esperanças dos ninguéns. Pregam seus defensores que dias melhores virão para os devedores do sistema prisional cotidiano. Só que não
A inciativa, prevista para o dia 16 de novembro em São Paulo, conta com o apoio de chefs de cozinha renomados, além de críticos de gastronomia, como Alex Atala, Bel Coelho, Helena Rizzo, Mara Salles, Ivan Ralston, Nina Horta, Josimar Melo e dezenas de outros que assinaram manifesto de apoio à causa.
Em meio a crise, setores militares reivindicam aumento de investimentos da ordem de 1,5% para 2% do PIB. Desde a criação do ministério civil, em 1999, a Defesa é uma das áreas que recebe a maior fração do orçamento público, ao lado das despesas com a Saúde e a Educação.
No afã de preencher essa lacuna de conhecimento, o Instituto Igarapé, junto com a Universidade das Nações Unidas, o Fórum Econômico Mundial e uma rede de parceiros que inclui o Create Lab da universidade americana Carnegie Mellon, criou ferramentas para mapear as fragilidades de todas as cidades ao redor do mundo POR ROBERT MUGGAH
Em entrevista ao Le Monde Diplomatique Brasil, o paulistano do Grajaú fala sobre música, política e tempo: “ Eu só sei que quando dá a febre, pulsa tudo, e a gente tem que expressar”.
Lançado pela editora Elefante, “Do corpo ao pó: crônicas da territorialidade kaiowá e guarani nas adjacências da morte” aborda os temas morte, terra e violência entre os Guarani Kaiowá