Brasil derruba Weintraub
A queda de Abraham Weintraub é uma expressiva vitória dos brasileiros, conquistada com muita luta, nas ruas, pelos movimentos sociais, pelas entidades acadêmicas, sindicais e profissionais

A queda de Abraham Weintraub é uma expressiva vitória dos brasileiros, conquistada com muita luta, nas ruas, pelos movimentos sociais, pelas entidades acadêmicas, sindicais e profissionais
Por que a pressa? A pergunta feita pelo ex-jogador e comentarista Walter Casagrande Júnior, na mesa redonda esportiva Bem, Amigos!, do SporTV, foi direcionada a Rodolfo Landim, presidente do Flamengo
Para Hans Jonas, o racismo se apresenta como o oposto intocável da racionalidade e, mais ainda, como uma tendência que resistiu até mesmo ao Iluminismo e mesmo às teses mais otimistas ao longo da modernidade. Em outras palavras, o racismo é uma espécie de percalço no caminho da civilização.
Estudo mostra como parte da produção e da exportação de Mato Grosso vem de áreas em fazendas sem autorização para desmatamento
O aumento da militarização vem supostamente como resposta à crescente crítica nacional e, sobretudo, internacional, ao aumento do desmatamento na Amazônia. Contudo, a militarização é objeto de preocupação, pois evoca o papel das Forças Armadas na ditadura militar, ocasião que se propôs a “integração” da Amazônia, por meio de um processo sem transparência, autoritário e violento.
Um nefasto teatro dos horrores tomou conta da capital federal. Pedidos por ruptura institucional e toda sorte de manifestações com grotescas referências a momentos sombrios da história da humanidade fazem parte da nossa rotina dominical
The Last of us 2 aborda elementos sociais polêmicos em uma narrativa impulsionada pelo ódio. A heroína, Ellie, o avatar que controlamos em um mundo infestado por criaturas contaminadas por um vírus, é lésbica e, como diria o linguajar conservador, maconheira. Um game que fala sobre ódio e que foi alvo de outro tipo de ódio
Plano Nacional de Educação chega ao 6º aniversário paralisado e sem perspectivas; é urgente uma mudança de concepção
Lograda ao ostracismo desde quando fora institucionalizada, a EJA nos dias atuais espelha de modo rotundo sua essência periférica, aligeirada, precária e insuficiente, com graves consequências para reprodução social e material dos trabalhadores ao longo da formação social brasileira.
No segundo texto da série “Populismo e Crise: A análise política dos discursos sobre a pandemia da Covid-19”, produzida pelo Grupo de Pesquisa “Discurso, Redes Sociais e Identidades Sócio-Políticas (Discurso)”, apresentamos a análise política do discurso “negacionista” sobre a pandemia.
Este texto inaugura uma série de artigos com a análise política dos principais discursos sobre a pandemia da Covid-19: o “negacionista” e o “científico” no debate nacional e internacional, um trabalho do Grupo de Pesquisa “Discurso, Redes Sociais e Identidades Sócio-Políticas (DISCURSO)”. Neste primeiro artigo, propomos acessar a pandemia da Covid-19 como um acontecimento. Esse olhar permite destacar os impactos desiguais da pandemia, assim como considerar uma suspensão da hegemonia e as oportunidades de disputa política que essa suspensão abre. Em seguida explicitamos o instrumental metodológico da proposta, fundado na análise política dos discursos e na abordagem de marcos interpretativos. Com esse instrumental, procuramos reconstruir sucintamente o campo discursivo, os discursos em debate e os principais porta-vozes dos discursos negacionista e científico.