A monetização da política
Projeto de resolução apresentado na Assembleia Legislativa de São Paulo visa regular monetarização obtida por parlamentares em plataformas digitais

Projeto de resolução apresentado na Assembleia Legislativa de São Paulo visa regular monetarização obtida por parlamentares em plataformas digitais
Resenha do livro de Fábio Luís Franco, Governar os mortos: necropolíticas, desaparecimento e subjetividade (Ubu Editora, 2021)
A pandemia fez não somente a média de renda nas metrópoles alcançar os menores valores na série histórica, como prejudicou os estratos mais baixos de modo muito mais acentuado, provocando o disparo da desigualdade de rendimentos do trabalho. Confira no segundo artigo do especial Reforma Urbana e Direito à Cidade: os desafios do desenvolvimento.
O clássico modelo manicomial e seu funcionamento contribuem para o desenvolvimento do capitalismo e fazem parte do maquinário que possibilita a reprodução do controle, da subjugação e mortificação de corpos e subjetividades considerados desviantes
Não causa estranheza que no Brasil pós-golpe de 2016 e com a ascensão do bolsonarismo retornem discursos eugênicos, amparados pela única – e falsa – visão científica que acreditam: o darwinismo social
Shireen fez uma escolha política pelo jornalismo e pela mídia digital porque ela soube cedo que a arquitetura da violência colonial-sionista se expande para além desses espaços físicos tridimensionais
As primeiras medidas destinadas à disseminação do patriotismo na Ucrânia aconteceram na década de 1990 e incidiram na área da educação, especificamente no ensino médio
Segundo a última pesquisa Genial/Quaest, Bolsonaro cresceu 9 pontos percentuais na intenção de votos no eleitorado evangélico e volta a ser o preferido deste público. A distância entre Lula e Bolsonaro agora é de 17%.
Relatório de Monitoramento Global da Unesco de 2021/2022 traz evidências importantes acerca da atuação do setor privado na educação, apontando desafios e caminhos, inclusive para o Brasil. Acompanhe no novo artigo do especial Direito à Educação
Movimento Nacional dos Trabalhadores Sem Direito, lançado neste mês de maio, quer discutir precarização, desamparo e informalidade no Brasil
Neste episódio de estreia da série “Não bote fé nas fake news”, parceria do Guilhotina com a CESE – Coordenadoria Ecumênica de Serviço, vamos acompanhar a história da pastora Romi Bencke. Ouça nessa postagem ou em seu tocador favorito!
Pesquisas têm mostrado que as fake news ganharam muita força na era digital, em especial, com a popularização das mídias sociais. Confira o artigo da professora Magali Cunha, que abre a série especial “Não bote fé nas fake news”, feita em parceria com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese)