Encontrar a paz no quarto com cadáveres na sala
Depois de dois anos de uma pandemia seriamente agravada pela irresponsabilidade de Bolsonaro, como explicar que 40 milhões de brasileiros ainda apoiam o governo federal?

Depois de dois anos de uma pandemia seriamente agravada pela irresponsabilidade de Bolsonaro, como explicar que 40 milhões de brasileiros ainda apoiam o governo federal?
Os rastros de destruição do projeto chinês para uma ‘civilização ecológica’ na Amazônia e no Cerrado brasileiros
Leia a terceira e última parte da série “Precisamos falar sobre Cuba”
Leia a segunda parte da série “Precisamos falar sobre Cuba”
“Precisamos falar sobre Cuba” está dividido em três textos: a primeira parte tem o foco nos processos internos de Cuba; a parte II trata das relações internacionais, principalmente com seu antagonista, os EUA; e por fim, o último texto aborda a atualidade do país e seu legado para o continente. Leia o primeiro artigo
Mais do que despertar a cidadania crítica e questionadora, devemos desconstruir essa sociedade patriarcal heternormativa, ignorante e hipócrita. Somente a educação – verdadeiramente libertadora – é capaz disso
Em meio à guerra econômica entre os EUA e a China, podemos acompanhar uma guerra cultural, no qual o país asiático vem adquirindo espaço. O futuro volta, portanto, a ser um terreno de disputa
Agora, em 2021, neste período de pandemia global que ainda vivemos, no qual o depois ainda não foi escrito, temos de nos perguntar como imaginamos o futuro de nossas vidas, o que vai mudar, o que permanecerá inalterado e o que será necessário mudar para o futuro
O processo político argentino deve ser observado a partir dos países latino-americanos que estão atravessando processos de mudança ou que vão passar por eleições democráticas no médio prazo
No âmbito da pretensa liberdade, até a propriedade privada é uma teorização sob encomenda. Até porque é necessário grande esforço intelectual para ligar liberdade a propriedade privada, ou seja, puro exercício retórico, mero discurso.
O desafio para 2022 é superar a pandemia e a imensa desigualdade sanitária e socioeconômica pelo mundo afora
Essa nova correlação de forças da geopolítica mundial levou, anos depois, ao fortalecimento de setores neofascistas que chegaram ao poder em diversos países, como os EUA com Trump, Brasil com Bolsonaro, e Polônia, Hungria no leste europeu, além da Ucrânia. No mesmo caminho, encontramos a Turquia, a Índia, as Filipinas, entre outros.